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EM 11/04/2002

• PFL ajuda a aprovar a MP do setor elétrico  [ íntegra: 60489.htm  - resumo ]
• Órgãos do consumidor vão à justiça contra o aumento  [ íntegra: 60490.htm  - resumo ]
• BNDES defende o critério de ajuda às empresas  [ íntegra: 60491.htm  - resumo ]
• Candidato critica MP da energia na TV  [ íntegra: 60492.htm  - resumo ]
• Gros admite rever forma de reajuste da gasolina  [ íntegra: 60493.htm  - resumo ]
• Possível mudança da metodologia de cálculo preocupa especialistas  [ íntegra: 60494.htm  - resumo ]
• IPCA sobe para 0,60% e supera estimativas  [ íntegra: 60495.htm  - resumo ]
• Usineiros freiam os investimentos  [ íntegra: 60496.htm  - resumo ]
• No trimestre, gasolina acumula queda de 10,98%  [ íntegra: 60497.htm  - resumo ]
• Gatilho de reajuste da gasolina pode mudar  [ íntegra: 60498.htm  - resumo ]
• Aneel oferta concessões de oito usinas  [ íntegra: 60499.htm  - resumo ]
• Consumidor de energia aprende a reclamar  [ íntegra: 60500.htm  - resumo ]
• Os medos da Opep  [ íntegra: 60501.htm  - resumo ]
• Eletrobrás estimula economia de luz  [ íntegra: 60502.htm  - resumo ]
• Refórmula da fórmula?  [ íntegra: 60503.htm  - resumo ]
• Inflação de março supera as expectativas  [ íntegra: 60504.htm  - resumo ]
• Tarifa do apagão aprovada, com PFL  [ íntegra: 60505.htm  - resumo ]
• Abertura de mercado  [ íntegra: 60506.htm  - resumo ]
• Procuradoria rejeita MP  [ íntegra: 60507.htm  - resumo ]
• LINHA DIRETA  [ íntegra: 60508.htm  - resumo ]
• Óleo sobe em NY e cai em Londres  [ íntegra: 60509.htm  - resumo ]
• Caem as exportações de petróleo em 63,58%  [ íntegra: 60510.htm  - resumo ]
• Petróleo WTI avançou 1,23%  [ íntegra: 60511.htm  - resumo ]
• Nível de reservatórios atinge 70,81%, diz ONS  [ íntegra: 60512.htm  - resumo ]
• Preço de derivados é tema para o Cade  [ íntegra: 60513.gif 60513B.gif  - resumo ]
• Petróleo a US$ 25  [ íntegra: 60514.htm  - resumo ]
• Enron operava fundo de alto risco  [ íntegra: 60515.gif  - resumo ]
• Demanda deve aumentar neste trimestre, prevê a AIE  [ íntegra: 60516.htm  - resumo ]
• Oriente Médio e Venezuela mantêm preço alto  [ íntegra: 60517.htm  - resumo ]
• Petrobras pode abandonar reajuste quinzenal, mas também política  [ íntegra: 60518.htm  - resumo ]
• Proposta do PT para energia retoma investimento estatal e revê contratos  [ íntegra: 60519.htm  - resumo ]
• Monopólio público e lucros privados  [ íntegra: 60520.htm  - resumo ]
• MP do setor elétrico passa na Câmara  [ íntegra: 60521.htm  - resumo ]
• Greve na Venezuela afeta exportação de petróleo e ameaça governo Chávez  [ íntegra: 60522.htm  - resumo ]
• TIROTEIO  [ íntegra: 60523.htm  - resumo ]
• Usinas discutem estocagem do álcool  [ íntegra: 60524.htm  - resumo ]
• PFL apóia e Câmara aprova reajuste da tarifa de energia  [ íntegra: 60525.htm  - resumo ]
• Em carta a FHC, Lula critica medida  [ íntegra: 60526.htm  - resumo ]
• Aneel leiloa oito hidrelétricas em julho  [ íntegra: 60527.htm  - resumo ]
• Cerj apura prejuízo de R$ 48,9 mi em 2001  [ íntegra: 60528.htm  - resumo ]
• Modelo  [ íntegra: 60529.htm  - resumo ]
• No varejo  [ íntegra: 60530.htm  - resumo ]
• Aberta licitação para oito hidrelétricas  [ íntegra: 60531.htm  - resumo ]
• A Petrobras e o monopólio privado  [ íntegra: 60532.htm  - resumo ]
• Petrobras admite mudar prazo para reajuste  [ íntegra: 60533.htm  - resumo ]
• Governo vai leiloar concessão de 8 novas usinas hidrelétricas em 5 Estados  [ íntegra: 60534.htm  - resumo ]
• Donas-de-Casa em MG vão entrar na Justiça contra cobrança do seguro-apagão  [ íntegra: 60535.htm  - resumo ]
• Governo repôs mais que perdas de elétricas  [ íntegra: 60536.htm  - resumo ]
• Reajuste extra valerá, em média, por seis anos  [ íntegra: 60537.htm  - resumo ]
• Aumento é para pagar as dívidas com o BNDES  [ íntegra: 60538.htm  - resumo ]
• Serra vai a FHC pedir gasolina mais barata  [ íntegra: 60539.htm  - resumo ]
• Paralisação na Venezuela já preocupa Bush  [ íntegra: 60540.htm  - resumo ]
• Petrobras admite que pode rever sistema de reajustes quinzenais  [ íntegra: 60541.htm  - resumo ]
• Inflação dispara e já ameaça meta  [ íntegra: 60542.htm  - resumo ]
• Petróleo não assusta IEA  [ íntegra: 60543.gif  - resumo ]
• Juros devem parar de cair  [ íntegra: 60544.htm  - resumo ]
• Gasolina e energia dobram a inflação  [ íntegra: 60545.htm  - resumo ]
• Petrobras admite rever gatilho  [ íntegra: 60546.htm  - resumo ]
• Venezuela faz petróleo subir  [ íntegra: 60547.htm  - resumo ]
• Câmara aprova reajuste extraordinário de energia  [ íntegra: 60548.htm  - resumo ]
• EUA buscam alternativas  [ íntegra: 60549.htm  - resumo ]

PFL ajuda a aprovar a MP do setor elétrico
Integra:
60489.htm 
Lopes, Eugenia
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

O PFL abandonou ontem a tática de obstrução na Câmara e o governo conseguiu aprovar a medida provisória (MP) que transfere para os consumidores os prejuízos das concessionárias de energia elétrica com o racionamento. A MP, aprovada ontem à noite por 275 votos a favor, 144 contra e oito abstenções, aumenta em 2,9% as tarifas de energia elétrica dos consumidores residenciais. O reajuste irá vigorar, em média, por seis anos.

Órgãos do consumidor vão à justiça contra o aumento
Integra:
60490.htm 
Pereira, Renée
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

A aprovação da Medida Provisória 14 pelo Congresso não enfraquecerá a iniciativa de especialistas e órgãos de defesa do consumidor, que prometem contestar as regras definidas no documento e o reajuste extraordinário para repor as possíveis perdas das empresas de energia com o racionamento. A coordenadora do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Marilena Lazzarini, afirmou ontem que a entidade já está com uma ação civil pública pronta para entrar na Justiça. "Estamos só aguardando o final da votação para verificar se haverá mudanças no texto original."

BNDES defende o critério de ajuda às empresas
Integra:
60491.htm 
Caldas, Suely
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

"Estamos absolutamente tranquilos e conscientes de ter feito a coisa certa. Francamente, as críticas são levianas e de má fé", reagiu ontem o diretor de Infraestrutura do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Otávio Castelo Branco, ao responder ao bombardeio de críticas que o acordo entre o governo e as empresas de energia elétrica tem enfrentado, nos últimos dias. O acordo recompõe perdas acumuladas pelas empresas, no ano passado, em decorrência do racionamento e da queda no faturamento. Com a iminência de votação, no Congresso, da Medida Provisória (MP) do setor elétrico, essas críticas se multiplicaram, com matérias publicadas na imprensa acusando o acordo de favorecimento às empresas e de falta de transparência.

Candidato critica MP da energia na TV
Integra:
60492.htm 
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

Completando a série de entrevistas com presidenciáveis do canal a cabo Globonews, o pré-candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, declarou-se contrário à MP do setor elétrico, aprovada ontem, e disse que enviou carta ao presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tratando do tema. "Chamo a atenção porque é uma loucura essa MP da energia. Não vou divulgar o conteúdo, mas espero que o presidente me responda." Lula prometeu que, se eleito for, poderá aumentar a arrecadação tributária em 20% por meio do combate à sonegação fiscal. Defendeu a parceria com empresas privadas em detrimento da privatização de setores públicos e frisou que o governo do PT será norteado pela questão social.

Gros admite rever forma de reajuste da gasolina
Integra:
60493.htm 
Marin, Denise Chrispim; Marques, Gerusa
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

O presidente da Petrobras, Francisco Gros, admitiu ontem que poderá rever a nova fórmula de cálculo do reajuste dos preços de venda da gasolina e do óleo diesel às distribuidoras. Criticada duramente pelo candidato do governo à Presidência da República, José Serra, a sistemática proposta por Gros permitiria, a cada 15 dias, a correção dos valores de venda interna desses produtos, se constatada variação superior a 5% na cotação do petróleo no mercado internacional.

Possível mudança da metodologia de cálculo preocupa especialistas
Integra:
60494.htm 
Pamplona, Nicola
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

A possibilidade de revisão da metodologia de reajuste no preço da gasolina preocupa especialistas no setor. Há o temor de que o governo volte a interferir na política interna da Petrobras, que repercutiu mal no mercado financeiro e não ajudaria a estabelecer a concorrência no setor de combustíveis. "Os órgãos reguladores devem reforçar os mecanismos para evitar abusos possíveis de serem praticados por uma empresa monopolista", avalia o ex-diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), David Zylbersztajn.

IPCA sobe para 0,60% e supera estimativas
Integra:
60495.htm 
Farid, Jacqueline
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu para 0,60% em março, acima das previsões do mercado, que trabalhavam com uma variação média de 0,50 no mês. O porcentual é o maior registrado em março desde 1999, e a mais alta taxa mensal desde dezembro do ano passado.

Usineiros freiam os investimentos
Integra:
60496.htm 
Scaramuzzo, Mônica
Gazeta Mercantil
em 11/04/2002

Com a desvalorização dos preços do açúcar e do álcool, empresários cortam despesas. Depois de dois anos de investimentos pesados, os usineiros estão mais cautelosos. Os empresários puxaram o freio de mão e têm cortado as despesas. A desvalorização dos preços do açúcar e do álcool nos últimos doze meses, em razão da maior oferta de cana-de-açúcar no País, vai refletir diretamente no faturamento das empresas.

No trimestre, gasolina acumula queda de 10,98%
Integra:
60497.htm 
Farid, Jacqueline
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

Durante o primeiro trimestre, o preço da gasolina caiu 10,98% no País, apesar dos reajustes concedidos em março, segundo a pesquisa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgada ontem. Houve queda de 9,92% em janeiro e redução de 5,12% em fevereiro, com aumento de 4,16% em março. No primeiro trimestre do ano passado, a gasolina havia registrado uma queda bem menor, de 0,24%.

Gatilho de reajuste da gasolina pode mudar
Integra:
60498.htm 
Matias, Camila
Gazeta Mercantil
em 11/04/2002

Presidente da Petrobras diz que aumento a cada 15 dias é "auto-limitação" e não precisa ser seguido. O presidente da Petrobras, Francisco Gros, admitiu ontem a possibilidade de revisão da sistemática de reajuste dos preços da gasolina e do diesel, pela qual os valores serão reajustados a cada 15 dias sempre que a média dos preços internacionais oscilar mais de 5%, para cima ou para baixo.

Aneel oferta concessões de oito usinas
Integra:
60499.htm 
Matias, Camila
Gazeta Mercantil
em 11/04/2002

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ofertará em leilão no dia 12 de julho concessões para a construção de oito usinas hidrelétricas que, quando entrarem em operação até 2008, terão capacidade de geração de 1.584 megawatts de energia.

Consumidor de energia aprende a reclamar
Integra:
60500.htm 
Gil, Patrícia
Gazeta Mercantil
em 11/04/2002

As distribuidoras de energia que se cuidem: o consumidor está cada vez mais exigente e pode, em breve, ter voz suficiente para influenciar nos reajustes de tarifa. É que, a partir de 2003, as distribuidoras enfrentarão o processo de revisão tarifária periódica, um instrumento criado nos contratos de concessão que permite analisar o equilíbrio econômico-financeiro das empresas. Será a oportunidade também de medir os ganhos de produtividade das companhias privatizadas, os quais serão parcialmente repassados para o consumidor, na forma de menores índices de reajuste.

Os medos da Opep
Integra:
60501.htm 
Beting, Joelmir
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

Dizem que o petróleo não tem futuro. Ou mais precisamente: tem futuro opaco, reprise do filme queimado do carvão, relíquia energética do século 19. Por quê? Porque a pancadaria rosca sem-fim do Oriente Médio empurra a economia moderna para uma nova onda de substituição progressiva do petróleo na matriz energética do planeta sem juízo.

Eletrobrás estimula economia de luz
Integra:
60502.htm 
Vinhaes, Paulo
Gazeta Mercantil
em 11/04/2002

Os novos contratos assinados entre a Eletrobrás e 1.174 municípios para tornar eficiente a iluminação pública vão economizar 436,4 milhões de quilowatts hora (kWh) por ano, o equivalente ao consumo de 213.930 residências.

Refórmula da fórmula?
Integra:
60503.htm 
Racy, Sônia
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

Em meio a informações desencontradas, fica ainda a dúvida: a sistemática dos reajustes de preços da gasolina vai ou não vai mudar? Se depender do segundo e do terceiro escalão da Petrobras, ao que tudo indica, não. Em nota enviada ontem para esta coluna, Carlos Ney, do Marketing e Comercialização da estatal, explicou que a empresa adotou a medida "temporariamente com o objetivo de proporcionar maior conforto para a população nesta transição para a nova realidade de mercado aberto". Disse também que, de acordo com essa política, não haverá aumentos de preços em período inferior a 15 dias.

Inflação de março supera as expectativas
Integra:
60504.htm 
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 11/04/2002

Alta de 0,6% no IPCA faz economistas revisarem suas projeções para o ano e ameaça o cumprimento da meta fixada pelo BC. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) quase dobrou, passando de 0,36% em fevereiro para 0,60%. Os dois reajustes da gasolina que a Petrobras realizou nas refinarias no mês passado tornaram o produto 4,16% mais caro no varejo, respondendo por um quarto do índice. Mas a inflação teria crescido em março mesmo sem os aumentos do combustível. Dados do IBGE revelam que o IPCA subiu 0,24 ponto percentual em relação a fevereiro, enquanto a gasolina contribuiu com 0,15 ponto.

Tarifa do apagão aprovada, com PFL
Integra:
60505.htm 
Matias, Camila; Barrocal, André
Gazeta Mercantil
em 11/04/2002

Projeto isenta as indústrias de ferro-liga e os consumidores de baixa renda. Após uma longa negociação, o governo conseguiu aprovar ontem o Projeto de Lei de Conversão à Medida Provisória nº 14, que dispõe sobre a oferta de energia emergencial e autoriza aumentos temporários de tarifas para cobrir as perdas do setor com o racionamento. Além de destrancar a pauta, a aprovação é uma resposta do Executivo ao setor privado, que já havia contabilizado os aumentos nos balanços de 2001.

Abertura de mercado
Integra:
60506.htm 
Racy, Sônia
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

O tema "álcool combustível" está despertando tanto interesse entre os indianos que até um livro foi lançado sobre o tema durante a visita do ministro Sérgio Amaral. O autor, Anil Kadakia, conheceu o antigo Proálcool, no fim dos anos 70. Como a Índia é o segundo maior produtor mundial de açúcar de cana, Kadakia acha que o país é possivelmente viável no uso do combustível como alternativa para diminuir os índices de poluição e para reduzir a dependência do petróleo externo (que chega a 70%). Segundo ele, na Índia, o projeto deveria se chamar "autonol", mistura de palavras que significa "automóvel movido a etanol". (íntegra)

Procuradoria rejeita MP
Integra:
60507.htm 
Pereira, Daniel; Furtado, Clarissa
Gazeta Mercantil
em 11/04/2002

A Procuradoria da República no Ceará apresentou ontem à justiça federal uma ação civil pública, com pedido de liminar, contra a cobrança do "seguro-apagão". Trata-se do primeiro recurso questionando os três encargos instituídos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em fevereiro, com base na Medida Provisória n14/2001, que prevê aumento no valor das tarifas e traça metas de ampliação de oferta em casos de emergência.

LINHA DIRETA
Integra:
60508.htm 
Racy, Sônia
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

As ações das empresas do setor de energia elétrica brilharam ontem com a expectativa de aprovação da MP 14. No ranking de maiores altas do Ibovespa, Cemig, Eletropaulo, Light e Cesp. (íntegra)

Óleo sobe em NY e cai em Londres
Integra:
60509.htm 
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 11/04/2002

Os preços do petróleo no mercado internacional encerraram ontem com resultados opostos em Londres e em Nova York. O barril tipo Brent para entrega em maio fechou as negociações com recuo de 0,26%, cotado a US$ 26,01 na Bolsa Internacional de Petróleo de Londres.

Caem as exportações de petróleo em 63,58%
Integra:
60510.htm 
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

As exportações de petróleo e derivados nos dois primeiros meses do ano caíram 63,58% em valor, em relação a 2001, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A perda no bimestre, entre um ano e outro, foi de mais de US$ 480 milhões. A diferença de preço do petróleo no mercado internacional, nos dois períodos, influiu, mas houve também redução na quantidade exportada: - 41,74%. (íntegra)

Petróleo WTI avançou 1,23%
Integra:
60511.htm 
Vilela, Angélica
Gazeta Mercantil
em 11/04/2002

Os preços do petróleo no mercado internacional encerraram o pregão de ontem com resultados opostos. O barril do tipo Brent para entrega em maio encerrou as negociações com recuo de 0,26%, cotado a US$ 26,01 na Bolsa Internacional de Petróleo de Londres. Já o barril do tipo WTI para entrega no mesmo mês registrou alta de 1,23%, sendo avaliado em US$ 26,13 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex).

Nível de reservatórios atinge 70,81%, diz ONS
Integra:
60512.htm 
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que o nível dos reservatórios nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste, do dia 1.º de abril até ontem, subiu apenas 0,67 ponto porcentual, chegando a 70,81%. O volume ainda está 18,51 pontos porcentuais acima do limite mínimo. O consumo de energia permanece abaixo da referência, revelando que a população continua a economizar energia. (íntegra)

Preço de derivados é tema para o Cade
Integra:
60513.gif 60513B.gif 
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 11/04/2002

Não se sabe por quanto tempo ainda durará a iniciativa de liberalizar os preços dos derivados de petróleo para comercialização dentro do País.

Petróleo a US$ 25
Integra:
60514.htm 
Tamer, Alberto
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

O preço do barril de petróleo Brent para entrega em maio, que serve de referência para 66% do mercado, fechou ontem a US$ 25,03. "Não sei de nada que me permita prever que ele vá subir muito mais. Os preços estão num nível aceitável", afirmou o secretário do Tesouro americano, Paul O'Neill. De acordo com o Departamento de Energia dos EUA, no ano passado o preço médio do petróleo ficou em US$ 24,21. Ele caiu para até US$ 17, em novembro, e subiu dramaticamente para o máximo de US$ 29,98 no dia 21 de maio. Os preços recuaram ontem após o secretário-geral da Opep, o venezuelano Ali Rodriguez, ter afirmado que nem a Líbia nem o Irã irão aderir ao corte anunciado pelo Iraque.

Enron operava fundo de alto risco
Integra:
60515.gif 
Zuckerman, Gregory
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

Na seqüencia do colapso da Enron Corp., vários críticos disseram que a empresa americana, hoje em concordata, mais parecia uma operadora de Wall Street do que uma empresa de energia. No final, essas pessoas estavam certas, pelo menos parcialmente

Demanda deve aumentar neste trimestre, prevê a AIE
Integra:
60516.htm 
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

A demanda global de petróleo contraiu-se acima do previsto no primeiro trimestre mas deverá reiniciar sua ascensão ainda no segundo trimestre, antes do previsto, de acordo com o relatório de março da Agência Internacional de Energia (AIE), divulgado ontem. Mas a alta dos preços poderá alterar esse prognóstico.

Oriente Médio e Venezuela mantêm preço alto
Integra:
60517.htm 
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 11/04/2002

A ampliação dos protestos trabalhistas na Venezuelas e as incertezas do Oriente Médio têm mantido as cotações do petróleo nos mercados internacionais perto das máximas nos últimos seis meses. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, pelas iniciais em inglês), o barril para entrega em maio foi cotado a US$ 26,15, alta de US$ 0,33 (0,03%). Em Londres, o petróleo tipo Brent fechou o pregão sendo negociadoa a US$ 26, recuo de US$ 0,08 (0,28%).

Petrobras pode abandonar reajuste quinzenal, mas também política
Integra:
60518.htm 
Prates, Fábia; Schüffner, Claudia
Valor Econômico
em 11/04/2002

Depois de se reunir com o presidente Fernando Henrique Cardoso e com o ministro de Minas e Energia, Francisco Gomide, o presidente da Petrobras, Francisco Gros, afirmou ontem que os mecanismos de definição dos custos dos combustíveis - referenciados na variação internacional do petróleo - não são passíveis de alteração, a menos que essa seja uma decisão de governo. Ele admitiu, porém, que a recém anunciada fórmula quinzenal de reajuste da gasolina pode ser modificada, se houver descontentamento generalizado com o modelo.

Proposta do PT para energia retoma investimento estatal e revê contratos
Integra:
60519.htm 
Balthazar, Ricardo
Valor Econômico
em 11/04/2002

A proposta de política energética que o PT deve apresentar na campanha eleitoral representa uma inversão completa do modelo que o atual governo vem tentando implementar. O PT quer soltar as amarras que impedem as estatais de investir, enquadrar as empresas privadas nas diretrizes governamentais e cancelar parte importante dos contratos em vigor nessa área.

Monopólio público e lucros privados
Integra:
60520.htm 
Pinto, Celso
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

O debate sobre a autonomia da Petrobras, como um monopólio de fato, para reajustar seus preços conforme a variação externa é saudável. Pena que chegou atrasado. Os ganhos potenciais da empresa e seus acionistas com a alta recente impressionam, mas são um trocado comparado ao que foi embolsado com o choque positivo desde 1999.

MP do setor elétrico passa na Câmara
Integra:
60521.htm 
Matta, Christiane Bueno
Valor Econômico
em 11/04/2002

A Medida Provisória 14, que estabelece socorro às empresas do setor elétrico para compensar as perdas do racionamento e define critérios de contratação da chamada energia emergencial, foi aprovada ontem, no início da noite, na Câmara, por 275 votos a favor, 144 contra e 8 abstenções. Os destaques feitos ao texto básico foram rejeitados. A indústria de eletrointensivos conseguiu uma vitória com a inclusão de parte das empresas do setor entre os consumidores que terão reajuste de 2,9%. A mudança foi feita à última hora pelo relator da medida provisória (MP) do setor elétrico, deputado José Carlos Aleluia (PFL-BA) e será ainda avaliada pelo governo.

Greve na Venezuela afeta exportação de petróleo e ameaça governo Chávez
Integra:
60522.htm 
Equipe de Reportagem
Valor Econômico
em 11/04/2002

Governo e oposição na Venezuela estavam ontem num perigoso confronto que prejudica as exportações de petróleo, provoca violência em várias cidades e pode ameaçar a sobrevivência política do presidente Hugo Chávez. Um general pediu a sua renúncia. As centrais sindical e patronal que organizam uma greve geral no país, que teve ontem seu segundo dia, anunciaram na noite de ontem que a paralisação continua hoje.

TIROTEIO
Integra:
60523.htm 
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

Do professor Luiz Pinguelli Rosa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sobre a medida provisória que cria o seguro contra o apagão para beneficiar as empresas de energia elétrica: -O governo está adotando o capitalismo socialista: socialismo para ajudar o capital. (íntegra)

Usinas discutem estocagem do álcool
Integra:
60524.htm 
Riveras, Inae
Valor Econômico
em 11/04/2002

Representantes do setor sucroalcooleiro estão centrando esforços para desenvolver - e, desta vez, tirar do papel - um novo instrumento de comercialização de álcool no país. O objetivo principal é regular o mercado antes que a volatilidade de preços cause maiores danos ao setor, especialmente em um ano como o atual, de aumento na produção e queda das cotações do álcool e do açúcar.

PFL apóia e Câmara aprova reajuste da tarifa de energia
Integra:
60525.htm 
Giraldi, Renata; Madueño, Denise
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

Com o apoio oficial do PFL, o governo conseguiu ontem aprovar na Câmara a medida provisória que aumentou as tarifas das contas de energia elétrica e instituiu o seguro anti-racionamento. Para obter a vitória, o governo foi obrigado a fazer concessões a políticos da base aliada, que podem gerar um gasto extra de R$ 960 milhões à União.

Em carta a FHC, Lula critica medida
Integra:
60526.htm 
Cabral, Otávio
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

O presidenciável do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, enviou carta a Fernando Henrique Cardoso condenando a medida provisória 14 e pedindo que a proposta seja retirada do Congresso, pois "carece inteiramente de sustentação legal e moral". A MP 14 aumentou as tarifas de energia e instituiu o seguro anti-racionamento.

Aneel leiloa oito hidrelétricas em julho
Integra:
60527.htm 
Prates, Fábia
Valor Econômico
em 11/04/2002

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou ontem a licitação de oito novas usinas hidrelétricas, que somam capacidade instalada de 1.584 megawatts (MW). As usinas demandarão investimentos de R$ 3,5 bilhões e devem entrar no sistema a partir de 2006. O leilão, o primeiro do ano feito pela Aneel, será realizado na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro no dia 12 de julho. O edital será publicado hoje no "Diário Oficial" e estará disponível também no site do órgão regulador.

Cerj apura prejuízo de R$ 48,9 mi em 2001
Integra:
60528.htm 
Equipe de Reportagem
Valor Econômico
em 11/04/2002

A Companhia de Eletricidade do Rio de Janeiro (Cerj) encerrou 2001 com um prejuízo líquido de R$ 48,9 milhões. A receita líquida da companhia foi de R$ 1,7 bilhão. A distribuidora teve perdas operacionais de R$ 79,1 milhões e despesa financeira de R$ 323,5 milhões. A espanhola Endesa é a controladora e tem a EDP como minoritária.

Modelo
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60529.htm 
Barros, Guilherme
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

Especialistas em energia de dez países latino-americanos reúnem-se hoje na Fiesp para discutir um modelo energético integrado para a América Latina. Entre os mais de 170 inscritos estão Júlio Colombi (ANP) e Adilson Primo, da Siemens. (íntegra)

No varejo
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60530.htm 
Barros, Guilherme
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

A Shell Brasil acaba de ganhar a concorrência para o fornecimento de combustíveis em mais 18 postos da rede Carrefour. A distribuidora fornecerá produtos em 24 dos 38 postos da rede. Com o novo filão, a Shell venderá mais 195 milhões de litros de combustíveis por ano. (íntegra)

Aberta licitação para oito hidrelétricas
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60531.htm 
Equipe de Reportagem
O Globo
em 11/04/2002

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publica hoje o edital para a construção de oito usinas hidrelétricas, com capacidade de 1.584 megawatts (MW). Três delas deverão entrar em operação até 2006 e as outras até 2007, segundo o plano decenal do governo de expansão da oferta. O primeiro leilão de venda será realizado em 12 de julho, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ).

A Petrobras e o monopólio privado
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60532.htm 
Nassif, Luís
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

Elogiada pelos analistas de mercado, pelos investidores internacionais, motivo de orgulho nacional por sua "performance", é hora de começar a avaliar adequadamente o papel da Petrobras em um novo modelo de mercado. Antes da flexibilização do mercado de combustíveis, a Petrobras era um monopólio público. Ou seja, exercia um monopólio, mas subordinado a um ente superior.

Petrobras admite mudar prazo para reajuste
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60533.htm 
Jungblut, Cristiane; Tavares, Mônica
O Globo
em 11/04/2002

O presidente da Petrobras, Francisco Gros, afirmou ontem que o mecanismo de reajuste de preços da gasolina poderá ser modificado. Pela regra atual, a cada 15 dias o preço dos combustíveis no país é reavaliado com base na cotação do barril de petróleo no mercado internacional. Segundo Gros, a companhia optou por estabelecer um limite de 15 dias entre um reajuste e outro para facilitar esse processo de formação de preços.

Governo vai leiloar concessão de 8 novas usinas hidrelétricas em 5 Estados
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60534.htm 
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

O governo anunciou ontem que venderá, em leilão, a concessão para construção de oito usinas hidrelétricas com capacidade de geração de 1.584 MW. As usinas serão construídas em Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Maranhão. Três usinas deverão entrar em operação até 2006, e o restante, até 2007.

Donas-de-Casa em MG vão entrar na Justiça contra cobrança do seguro-apagão
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60535.htm 
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

O Movimento das Donas-de-Casa e Consumidores de Minas Gerais prepara uma ação civil pública a ser impetrada na Justiça Federal contra o seguro-apagão, que começou a ser cobrado pelas concessionárias de energia elétrica nas contas do mês de março: R$ 0,49 por cada 100 kW consumido é o que está cobrando a Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais).

Governo repôs mais que perdas de elétricas
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60536.htm 
Balbi, Sandra
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

Em 2001, quando o consumidor viveu sob o risco do apagão, as empresas do setor elétrico conseguiram não apenas aumentar seu lucro em 33,9%, mas também a rentabilidade do seu patrimônio. Algumas delas tiveram incremento de 21,2 pontos percentuais na rentabilidade, como é o caso da Celpe. Na média, a rentabilidade do setor cresceu 1,2 ponto percentual em relação ao ano anterior e foi de 3,8% sobre o patrimônio líquido.

Reajuste extra valerá, em média, por seis anos
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60537.htm 
Sofia, Julianna
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

O reajuste extraordinário de energia elétrica que os consumidores serão obrigados a pagar para compensar as perdas das distribuidoras com o racionamento poderá valer por seis anos, em média. Esse é o dobro do tempo médio previsto inicialmente pelo governo. O reajuste está em vigor desde dezembro de 2001.

Aumento é para pagar as dívidas com o BNDES
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60538.htm 
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

Com a queda no consumo de energia, provocada pelo racionamento, as distribuidoras venderam menos do que o previsto, e as geradoras entregaram menos energia do que o previsto nos contratos. Diante da queda de receita entre junho e dezembro de 2001, as geradoras, estatais na sua maioria, e as distribuidoras de energia, privadas, brigaram para ver quem teria de pagar a conta do prejuízo.

Serra vai a FHC pedir gasolina mais barata
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60539.htm 
Cantanhêde, Eliane
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, pediu ao presidente Fernando Henrique Cardoso e ao chefe da Casa Civil, Pedro Parente, que interviessem na Petrobras a fim de evitar uma escalada de preços da gasolina. Serra foi ao Planalto na quinta-feira passada - dia seguinte ao do aumento de 10,08% da gasolina nas refinarias, o terceiro em 35 dias. Conversou separadamente com FHC e com Parente.

Paralisação na Venezuela já preocupa Bush
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60540.htm 
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

A paralisação dos petroleiros venezuelanos já preocupa o presidente dos EUA, George W. Bush. Maior produtor da América do Sul, a Venezuela está entre os quatro principais fornecedores de petróleo aos norte-americanos. De acordo com funcionários da Petróleos de Venezuela (PDVSA), 20% da produção da estatal teria sido afetada pela greve.

Petrobras admite que pode rever sistema de reajustes quinzenais
Integra:
60541.htm 
Medina, Humberto; Mugnatto, Sílvia
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

A Petrobras admite que poderá acabar com o sistema de reajustes da gasolina a cada 15 dias. De acordo com o presidente da empresa, Francisco Gros, "se todo mundo chegar à conclusão de que, em vez de ajudar, está atrapalhando, eliminamos os 15 dias". De acordo com Gros, as distribuidoras de combustíveis reclamam que o mecanismo criado pela estatal dá margem à especulação.

Inflação dispara e já ameaça meta
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60542.htm 
Soares, Pedro
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

Os reajustes no preço da gasolina já causaram estragos na inflação e colocam em risco o cumprimento da meta do governo para este ano, de 3,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Em março, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ficou em 0,60% -quase o dobro da taxa de fevereiro (0,36%).

Petróleo não assusta IEA
Integra:
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Equipe de Reportagem
Valor Econômico
em 11/04/2002

A demanda por petróleo continua em baixa, mas deve voltar a crescer no segundo trimestre, segundo o relatório mensal da Agência Internacional de Energia (IEA).

Juros devem parar de cair
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60544.htm 
Souza, Leonardo
Folha de São Paulo
em 11/04/2002

O impacto da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em março vai muito além do fato de ter ficado acima das expectativas do mercado. Em primeiro lugar, reforça os argumentos de quem avalia que o Banco Central interromperá, neste mês, a trajetória de queda dos juros iniciada em fevereiro.

Gasolina e energia dobram a inflação
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60545.htm 
Kischinhevsky, Marcelo; Saporito, Gisele
Jornal do Brasil
em 11/04/2002

A alta dos preços está atropelando a política do Banco Central de reduzir gradualmente os juros. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase dobrou em março, pulando para 0,6%, contra 0,36% no mês anterior. O motor da inflação foi justamente a gasolina, que subiu 4,16% e respondeu por um quarto do aumento do IPCA. Outro item que pesou na conta foi a energia elétrica, que teve reajuste médio de 2,24%. Nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 7,75% - a meta para 2002 é de 3,5%, com margem de dois pontos. Foi a primeira vez que a inflação subiu desde outubro do ano passado.

Petrobras admite rever gatilho
Integra:
60546.htm 
Equipe de Reportagem
Jornal do Brasil
em 11/04/2002

Um dia depois das críticas do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, à política de reajustes da Petrobras, o presidente da estatal, Francisco Gros, admitiu alterar o mecanismo de controle quinzenal dos preços dos combustíveis. ''Introduzimos este auto-limite achando que ia ajudar. Se todo mundo chegar à conclusão que está atrapalhando, eliminamos os 15 dias. Não temos nenhum compromisso com este prazo'', afirmou.

Venezuela faz petróleo subir
Integra:
60547.htm 
Equipe de Reportagem
Jornal do Brasil
em 11/04/2002

Se não é o conflito no Oriente Médio, é a crise na Venezuela. O preço do petróleo voltou a subir ontem no mercado americano, pressionado pela greve dos petroleiros venezuelanos, que está impedindo a exportação de cerca de 2 milhões de barris do produto por dia - metade com destino aos EUA.

Câmara aprova reajuste extraordinário de energia
Integra:
60548.htm 
Equipe de Reportagem
Jornal do Brasil
em 11/04/2002

O reajuste extra de 2,9% na conta de luz e a taxa do seguro-apagão foram aprovados ontem pela Câmara dos Deputados. Depois de muita resistência, o PFL acabou votando com o governo a favor dos principais pontos da Medida Provisória 14, que autorizou o repasse ao consumidor das perdas das distribuidoras com o racionamento e a contratação das usinas emergenciais.

EUA buscam alternativas
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60549.htm 
Equipe de Reportagem
Jornal do Brasil
em 11/04/2002

Depois da crise de energia na Califórnia e dos ataques terroristas de 11 de setembro, os Estados Unidos passaram a colecionar muitas razões para rever sua estratégia no setor de energia. Surgiu agora um novo fator: a decisão de Saddam Hussein, do Iraque, de suspender as exportações de petróleo por 30 dias, em retaliação ao apoio de Washington a Israel.