[ HOMEPAGE ] [ CONSULTAS ] [ NOTÍCIAS DO DIA ]
EM 13/07/2004
Enron deixa a CEG [ íntegra: 80432.htm - resumo ]
Biodiesel atingirá grande escala com fábricas da Dedini [ íntegra: 80437.htm - resumo ]
Álcool combustível ganha mais espaço na exportação [ íntegra: 80438.htm - resumo ]
Preço deve se manter em novo patamar [ íntegra: 80439.htm - resumo ]
Colombianos dão preferência para destilaria indiana [ íntegra: 80440.htm - resumo ]
Aneel vai realizar auditoria para medir o mercado da Cemig [ íntegra: 80441.htm - resumo ]
Decisão do TCU pode paralisar investimentos [ íntegra: 80442.htm - resumo ]
Produção não atende a alta da demanda [ íntegra: 80443.htm - resumo ]
Consumo total aumenta 27,6% em maio no País [ íntegra: 80444.htm - resumo ]
Aumento pode prejudicar retomada [ íntegra: 80445.htm - resumo ]
Crescimento da demanda exigirá produção maior [ íntegra: 80446.htm - resumo ]
Agência calcula demanda reprimida [ íntegra: 80447.htm - resumo ]
Cotações recuam com sinais positivos da Opep [ íntegra: 80448.htm - resumo ]
Reaberto julgamento do maior acionista da Yukos [ íntegra: 80449.htm - resumo ]
Liminar favorável à Petrobras [ íntegra: 80450.htm - resumo ]
Blecaute na Grécia [ íntegra: 80451.htm - resumo ]
EcoEnergia tem aval da CVM para captar [ íntegra: 80452.htm - resumo ]
Petrobras mostra viabilidade do pólo gasquímico [ íntegra: 80453.htm - resumo ]
Sobrou prá Dilma [ íntegra: 80464.htm - resumo ]
Rússia estuda a oferta para evitar falência da Yukos [ íntegra: 80466.htm - resumo ]
Decisão do TCU pode causar perda de US$ 5 bi [ íntegra: 80467.htm - resumo ]
Justiça confirma consórcio que fará plataforma [ íntegra: 80468.htm - resumo ]
Repsol avalia mercado de gás de cozinha residencial [ íntegra: 80469.htm - resumo ]
Eletrobrás e BNDES acusados de irregularidades [ íntegra: 80471.htm - resumo ]
Queda das cotações de petróleo ajuda mercados [ íntegra: 80472.htm - resumo ]
O projeto Camisea [ íntegra: 80474.htm - resumo ]
País deve perder US$ 5 bi em petróleo, prevê ANP [ íntegra: 80516.htm - resumo ]
Obra de plataforma é liberada [ íntegra: 80543.htm - resumo ]
Preço do barril fecha abaixo dos US$ 40 [ íntegra: 80544.htm - resumo ]
Brasil perde US$ 5 bi com decisão do TCU [ íntegra: 80545.htm - resumo ]
Enron deixa a CEG
Integra: 80432.htm
Equipe de Reportagem
Valor Econômico
em 13/07/2004
A espanhola Gas Natural anunciou a compra das ações que pertenciam à Enron nas distribuidoras Ceg e Ceg Rio, em negócio que custou US$ 158 milhões. Essas ações chegaram a ser objeto de compromisso de compra e venda firmado pela Petrobras com a Enron antes da falência da americana. Mas, com a desistência da estatal, a Gas Natural assumiu a negociação e o controle da Ceg (da qual passa a deter 54,2%) e da Ceg Rio (72%).(íntegra)
Biodiesel atingirá grande escala com fábricas da Dedini
Integra: 80437.htm
Brito, Agnaldo
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
Parceria com a italiana Ballestra garante a tecnologia. A Dedini S/A Indústrias de Base, líder nacional no fornecimento de usinas de açúcar e álcool, formaliza hoje acordo comercial com a empresa italiana Ballestra para venda de unidades industriais destinadas à produção de biodiesel em larga escala no País. O anúncio será feito durante a abertura do Simpósio Internacional e Mostra de Tecnologia da Agroindústria Sucroalcooleira (Simtec), em Piracicaba (SP).
Álcool combustível ganha mais espaço na exportação
Integra: 80438.htm
Scaramuzzo, Mônica
Valor Econômico
em 13/07/2004
As exportações brasileiras de álcool para uso combustível ultrapassaram, pela primeira vez, os volumes negociados para fins industriais. De janeiro a junho deste ano, o país embarcou 930 milhões de litros de álcool, alta de 237% sobre o mesmo período de 2003, segundo a União da Agroindústria Canavieira do Estado de São Paulo (Unica), com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Do total negociado no período, cerca de 500 milhões de litros foram para uso combustível, de acordo Antonio de Pádua Rodrigues, diretor da Unica.
Preço deve se manter em novo patamar
Integra: 80439.htm
Magnavita, Mônica
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
Para analistas, alta duradoura da cotação pode comprometer recuperação da economia brasileira. Os preços do petróleo continuarão em alta e atingirão, a médio prazo, um novo patamar, acima da média histórica. Paralelamente, a volatilidade atual na cotação interna-cional permanecerá elevada enquanto a produção mundial continuar concentrada no Oriente Médio, o que aumenta o componente de risco político embutido no preço do petróleo. Os efeitos desse cenário para o Brasil são negativos, apesar do relativo conforto em relação às contas externas, em função da pequena dependência de importações.
Colombianos dão preferência para destilaria indiana
Integra: 80440.htm
Scaramuzzo, Mônica
Valor Econômico
em 13/07/2004
A Colômbia vai adotar, a partir de setembro de 2005, o programa de mistura de álcool na gasolina, a exemplo do Brasil. Os investimentos para a construção de destilarias no país já saíram do papel, mas, ao contrário do que esperava o mercado, o Brasil não venderá sua tecnologia para construção das destilarias no país, pelo menos, nesta primeira fase do programa.
Aneel vai realizar auditoria para medir o mercado da Cemig
Integra: 80441.htm
Aredes, Karlon
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai promover uma auditoria para medir o tamanho do mercado consumidor da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). A agência considerou subdimensionada a previsão de crescimento das vendas feita pela empresa para este ano, e por isso determinou uma redução no reajuste tarifário médio de 19,2% que havia sido autorizado em abril. A redução, que consta de uma resolução publicada no final de maio, valerá até que o parecer fique pronto. Segundo a Aneel, a queda na tarifa para os consumidores residenciais foi de cerca de 1%.
Decisão do TCU pode paralisar investimentos
Integra: 80442.htm
Magnavita, Mônica
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
O diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Sebastião Rego Barros, disse ontem que o Brasil poderá perder US$ 5 bilhões em investimentos se a Petrobras e as empresas privadas do setor de petróleo forem obrigadas a devolver à ANP as áreas adquiridas na Rodada Zero.
Produção não atende a alta da demanda
Integra: 80443.htm
Vilella, Janaína; Schüffner, Claudia
Valor Econômico
em 13/07/2004
O mundo precisa produzir mais petróleo, para evitar uma nova escala de preços e redução da oferta. A preocupação hoje é com a possibilidade de se estar vivendo um terceiro choque do petróleo, com preços ultrapassando o patamar de US$ 40 o barril, sem que isso afete a demanda - que é crescente - ou traga recessão econômica, como aconteceu no primeiro e segundo choques, nas décadas de 70 e 80. O assunto e seus desdobramentos foram tema do seminário "O 3º Choque do Petróleo", promovido pelo Comitê de Cooperação Empresarial da Fundação Getúlio Vargas e pelo Instituto Brasileiro do Petróleo, com apoio do Valor.
Consumo total aumenta 27,6% em maio no País
Integra: 80444.htm
Collet, Luciana
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
O consumo de gás natural no Brasil cresceu 27,6% em maio em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo uma média diária de 35,8 milhões de metros cúbicos, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). Na comparação com o mês anterior, porém, o volume total de gás consumido caiu 3,1%.
Aumento pode prejudicar retomada
Integra: 80445.htm
Vilella, Janaína; Schüffner, Claudia
Valor Econômico
em 13/07/2004
A retomada do crescimento econômico no país pode ser prejudicada com a alta do preço do petróleo no mercado internacional, caso o óleo bruto se mantenha no patamar de US$ 40 o barril e a Petrobras repasse esta alta para o mercado doméstico. A avaliação é do sócio da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros. O preço do barril de petróleo no patamar de US$ 40, avalia Barros, poderá influenciar negativamente o balanço de pagamentos do Brasil, assim como a meta de inflação perseguida pelo Banco Central.
Crescimento da demanda exigirá produção maior
Integra: 80446.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
A produção mundial de petróleo precisará aumentar em 5 milhões de barris por dia, em 2005, para atender ao consumo global no próximo ano e neutralizar a queda ocorrida em campos maduros de várias regiões do mundo. As estimativas foram feitas pelo diretor da Agência Internacional de Energia, Klaus Rehaag, durante o seminário "O 3 choque de petróleo", ontem, no Rio de Janeiro. Rehaag estima que a demanda por petróleo crescerá cerca de 2% ao ano. Em contrapartida, a redução da produção global oscilará entre 7% e 10% em algumas regiões. Em outras, como a Arábia Saudita e a Venezuela, poderá chegar a 25%.
Agência calcula demanda reprimida
Integra: 80447.htm
Vilella, Janaína; Schüffner, Claudia
Valor Econômico
em 13/07/2004
A produção mundial de petróleo precisa aumentar anualmente em 2 milhões de barris diários a cada ano nos próximos cinco anos para atender ao aumento da demanda mundial, notadamente dos países emergentes. A estimativa foi apresentada ontem por Klaus Rehaag, chefe da divisão de mercados da indústria de petróleo da Agência Internacional de Energia (AIE). Para se ter uma idéia do que esse volume significa, a Petrobras completou cinqüenta anos no ano passado produzindo, em média, 1,5 milhão de barris por dia.
Cotações recuam com sinais positivos da Opep
Integra: 80448.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
Os preços do petróleo recuaram ontem com as indicações de que a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) realizará de fato o aumento na produção previsto para agosto. Na Bolsa Mercantil de Nova York, a cotação do óleo WTI para entrega em agosto caiu 1,1%, fechando a US$ 39,50 o barril. Na Bolsa Internacional de Petróleo de Londres, a cotação do óleo tipo Brent para entrega em agosto recuou também 1,1%, fechando a US$ 36,63.
Reaberto julgamento do maior acionista da Yukos
Integra: 80449.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
Um tribunal de Moscou reabriu, ontem, o julgamento do maior proprietário da Yukos, Mikhail Khodorkovski, que ofereceu ao Estado suas ações e as de seus sócios em outra tentativa de evitar a quebra da maior empresa privada de petróleo da Rússia. Khodorkovski, julgado com o cérebro financeiro da Yukos, Platon Lebedev, por suposta fraude e evasão fiscal, ofereceu 44 % das ações que ele e seus sócios têm na empresa para enfrentar a acusação de impostos não pagos feita pelo Fisco.
Liminar favorável à Petrobras
Integra: 80450.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
O juiz Vladimir Santos Vitovsky, da 20 Vara Federal do Rio, revogou liminar que suspendia a contratação do consórcio Norberto Odebrecht/Ultratec para a construção da Plataforma de Rebombeio Autônoma. A decisão resultou da apreciação do pedido de reconsideração, formulado pela Petrobras, na ação movida por Wolney Trindade. Ao analisar os documentos, o juiz considerou "razoável a alegação da Petrobras de que não há lesão aos cofres públicos". (íntegra)
Blecaute na Grécia
Integra: 80451.htm
Equipe de Reportagem
Valor Econômico
em 13/07/2004
Atenas e o sul da Grécia tiveram ontem um gigantesco apagão, a um mês da abertura dos Jogos Olímpicos. Foi o pior blecaute em anos, mas o fornecimento de energia foi restabelecido em cerca de uma hora. O governo grego, porém, disse que não há perigo de falta de eletricidade em hospitais e nos locais dos jogos, porque eles têm seus próprios geradores.(íntegra)
EcoEnergia tem aval da CVM para captar
Integra: 80452.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
O novo Fundo de Investimento em Participações (FIP) em projetos de geração de energia alternativa, o EcoEnergia, inicia a fase de captação de recursos na próxima semana. A meta é captar R$ 120 milhões até dezembro, entre investidores institucionais (nacionais e estrangeiros) e pessoa física qualificados.
Petrobras mostra viabilidade do pólo gasquímico
Integra: 80453.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
A construção da Termopantanal viabiliza a implantação do pólo gasquímico e do polo mínero-siderúrgico. A construção da Termopantanal pela MPX foi destacada ontem, pelo diretor-presidente da Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul (MSGÁS), Maurício Arruda, como um dos principais fatores para a construção do pólo mínero-siderúrgico e do polo gasquímico de Corumbá, durante apresentação do estudo de viabilidade do polo gasquímico feito pela Petrobras.
Sobrou prá Dilma
Integra: 80464.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 13/07/2004
O deputado Antonio Carlos Mendes Thame (SP) apresentou, na sexta-feira passada, pedido de informação à ministra das Minas e Energia, Dilma Roussef, sobre convênios, contratos e repasses de recursos pela Petrobras para municípios em 2003 e 2004: os tucanos estão decididos, e acham fundamental que a ministra e o presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, venham ao Congresso explicar como o dinheiro da Petrobras está sendo investido. Só depois disso, negociarão com o governo os crédtos suplementares. (íntegra)
Rússia estuda a oferta para evitar falência da Yukos
Integra: 80466.htm
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 13/07/2004
O governo da Rússia admitiu ontem pela primeira vez que está estudando uma proposta da gigante petrolífera Yukos para pagar US$ 8 bilhões em impostos atrasados e evitar ter seus bens expropriados pelo Estado, informou a agência russa Interfax, citando uma fonte no Kremlin. Na retomada de seu julgamento ontem por fraude, o bilionário Mikhail Khodorkovski, principal acionista da Yukos, disse que ele e outros proprietários estão dispostos a entregar 44% das ações para pagar o débito e evitar que a empresa vá à falência. (íntegra)
Decisão do TCU pode causar perda de US$ 5 bi
Integra: 80467.htm
Pamplona, Nicola
Estado de São Paulo
em 13/07/2004
O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Sebastião do Rego Barros, disse ontem que o Brasil pode perder pelo menos US$ 5 bilhões em investimentos caso o Tribunal de Contas da União (TCU) determine a devolução das áreas exploratórias concedidas à Petrobrás em 1997. O TCU julga amanhã um pedido de extensão do prazo exploratório destas áreas, vencido em 2003. O parecer técnico da entidade é contrário à prorrogação do prazo.
Justiça confirma consórcio que fará plataforma
Integra: 80468.htm
Tereza, Irany
Estado de São Paulo
em 13/07/2004
A Petrobrás marcou ontem mais um ponto na disputa política com o governo do Estado do Rio ao conseguir, na Justiça, a confirmação da escolha do consórcio formado pelas empresas Norberto Odebrecht e Ultratec para a construção da Plataforma de Rebombeio Autônoma (PRA-1), que irá operar na Bacia de Campos.
Repsol avalia mercado de gás de cozinha residencial
Integra: 80469.htm
Pamplona, Nicola
Estado de São Paulo
em 13/07/2004
A companhia energética espanhola Repsol-YPF deve movimentar ainda mais o mercado brasileiro de gás de cozinha, que no último mês presenciou as aquisições da Agip Liquigás pela Petrobrás e da Supergasbrás pela holandesa SHV. A Repsol já iniciou suas operações na venda a granel para grandes consumidores e estuda a entrada no mercado de botijões para o consumidor residencial e comercial. A espanhola é a terceira maior multinacional do setor, atrás apenas da SHV e da anglo-holandesa Shell.
Eletrobrás e BNDES acusados de irregularidades
Integra: 80471.htm
Costa, Rosa
Estado de São Paulo
em 13/07/2004
O presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), entrou ontem no Tribunal de Contas da União (TCU) com pedidos de auditorias no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e na Eletrobrás. Segundo ele, o partido detectou irregularidade no perdão de US$ 193 milhões concedido pelo banco na renegociação da dívida da multinacional AES.
Queda das cotações de petróleo ajuda mercados
Integra: 80472.htm
Granadeiro, Cláudia; Rocha, Silvana; Pinheiro, Márcia
Estado de São Paulo
em 13/07/2004
Com o petróleo futuro em queda e o cenário doméstico positivo, os mercados tiveram ontem um bom dia. O Ibovespa subiu 3,09%, o dólar comercial caiu 0,23%, para R$ 3,035, os juros futuros projetaram queda, o risco país recuou 1,43%, para 622 pontos, e o C-Bond ficou estável, vendido a 93,2% do valor de face.
O projeto Camisea
Integra: 80474.htm
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 13/07/2004
O projeto Camisea de gás natural, do Peru, foi aprovado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, e o consórcio que lidera o projeto pode sacar US$ 135 milhões aprovados em 2003. (íntegra)
País deve perder US$ 5 bi em petróleo, prevê ANP
Integra: 80516.htm
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 13/07/2004
O diretor-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo), Sebastião do Rego Barros, afirmou ontem que o país perderá investimentos de US$ 5 bilhões se prevalecer o parecer técnico do TCU (Tribunal de Contas da União) que recomenda a devolução à agência de áreas nas quais a Petrobras já descobriu petróleo.
Obra de plataforma é liberada
Integra: 80543.htm
Souza, Cláudio de
Jornal do Brasil
em 13/07/2004
O juiz substituto da 20ª Vara Federal do Rio de Janeiro Vladimir Santos Vitovsky reconsiderou a decisão de suspender a construção da plataforma da Petrobras PRA-1 pelo consórcio Odebrecht/Ultratec, vencedor da licitação, e autorizou o início das obras. A reconsideração da liminar foi feita a pedido da Petrobras.
Preço do barril fecha abaixo dos US$ 40
Integra: 80544.htm
Equipe de Reportagem
Jornal do Brasil
em 13/07/2004
Os preços do petróleo encerraram em baixa ontem após terem se aproximado dos US$ 41 na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) em um dia volátil devido a um incêndio na principal refinaria da Noruega, afetando a produção do país. O barril de óleo leve para entrega em agosto fechou a US$ 39,50 em queda de 1,17% na comparação com o encerramento dos negócios na sexta-feira. Em Londres, a redução do preço do barril do petróleo tipo Brent foi de 1,24% para US$ 36,60. (íntegra)
Brasil perde US$ 5 bi com decisão do TCU
Integra: 80545.htm
Equipe de Reportagem
Jornal do Brasil
em 13/07/2004
O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Sebastião do Rego Barros, afirmou ontem que o país perderá investimentos de US$ 5 bilhões se prevalecer o parecer do Tribunal de Contas da União que recomenda a devolução à agência de áreas nas quais a Petrobras e outras companhias já descobriram reservas. A alegação é que as empresas não comprovaram a viabilidade econômica das descobertas no prazo. O TCU vota a questão amanhã. (íntegra)