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EM 16/04/2002
Amaral quer mais carros movidos a álcool [ íntegra: 60657.htm - resumo ]
Parlamentares [ íntegra: 60658.htm - resumo ]
Cotações voltam a subir com o retorno de Chávez [ íntegra: 60659.htm - resumo ]
Alta do produto terá impacto na inflação de abril [ íntegra: 60660.htm - resumo ]
Vender ativo da estatal é viável, diz diretor da ANP [ íntegra: 60661.htm - resumo ]
Petróleo não é soja nem banana [ íntegra: 60662.htm - resumo ]
Efeito Chávez [ íntegra: 60663.htm - resumo ]
Destaque [ íntegra: 60664.htm - resumo ]
Juros neuróticos [ íntegra: 60665.htm - resumo ]
Os apagões e a democracia [ íntegra: 60666.htm - resumo ]
GATILHO DE PETRÓLEO [ íntegra: 60667.htm - resumo ]
NO MERCADO [ íntegra: 60668.htm - resumo ]
Reviravolta na Venezuela faz petróleo disparar 4,7% [ íntegra: 60669.htm - resumo ]
Volta de Chávez é "má notícia" para Wall Street [ íntegra: 60670.htm - resumo ]
Petrobras pode reduzir preços da gasolina [ íntegra: 60671.htm - resumo ]
Elétricas retêm dinheiro do governo [ íntegra: 60672.htm - resumo ]
''Quem vai pagar é o consumidor'' [ íntegra: 60673.htm - resumo ]
Petróleo WTI tem alta de 4,6% [ íntegra: 60674.htm - resumo ]
CEB ganhou 64% mais em 2001 [ íntegra: 60675.htm - resumo ]
Preço do petróleo volta a subir [ íntegra: 60676.htm - resumo ]
Incertezas podem causar novas altas [ íntegra: 60677.htm - resumo ]
Senado vota hoje medida provisória do setor elétrico [ íntegra: 60678.htm - resumo ]
Uma alternativa ao seguro-apagão [ íntegra: 60679.htm - resumo ]
Eleições no Brasil e turbulência na Venezuela inquietam mercado [ íntegra: 60680.htm - resumo ]
Cemig aumenta capital para distribuir CRC ao acionista [ íntegra: 60681.htm - resumo ]
Retorno de Chávez desagrada investidores [ íntegra: 60682.htm - resumo ]
Instabilidade pode adiar acordo com a Petrobras [ íntegra: 60683.htm - resumo ]
Petróleo sobe, mas Venezuela volta a produzir [ íntegra: 60684.htm - resumo ]
Mercado sugere manutenção dos preços [ íntegra: 60685.htm - resumo ]
Confab fornece à Petrobras [ íntegra: 60686.htm - resumo ]
TJ de Goiás extingue ação contra Petrobras [ íntegra: 60687.htm - resumo ]
Amaral quer mais carros movidos a álcool
Integra: 60657.htm
Ramos, José
Estado de São Paulo
em 16/04/2002
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Sérgio Amaral, solicitou ontem aos representantes de montadoras de veículos instaladas no Brasil que façam uma análise da possibilidade e do interesse delas em ampliar a produção de veículos e motores a álcool para o mercado nacional e principalmente para exportação. O pedido foi feito em reunião com o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotivos (Anfavea), Ricardo Carvalho, e com representantes de oito montadoras e de fábricas de autopeças.
Parlamentares
Integra: 60658.htm
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 16/04/2002
Parlamentares dos EUA querem que o banco J. P. Morgan Chase entregue documentos ligados a transações que podem ter ajudado a Enron a conseguir empréstimos que não apareciam na balança da Enron como dívida. (íntegra)
Cotações voltam a subir com o retorno de Chávez
Integra: 60659.htm
Caminoto, João
Estado de São Paulo
em 16/04/2002
A volta do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ao poder fez o petróleo subir de novo, pois o mercado acredita que ele não vai aumentar a produção, mantendo os preços em alta. "Chávez está fortalecido e isso fortalecerá a adesão da Venezuela às cotas da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep)", afirmou o diretor-sênior da Firmat USA, John Kilduff. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, pelas iniciais em inglês), a cotação do barril para entrega em maio foi de US$ 24,57, alta de US$ 1,10 (4,68%) em relação ao pregão de sexta-feira. Em Londres, o barril do tipo Brent para entrega no mês que vem foi negociado a US$ 24,70, avanço de US$ 0,41 (1,68%).
Alta do produto terá impacto na inflação de abril
Integra: 60660.htm
Voss, Stephens
Estado de São Paulo
em 16/04/2002
O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, disse ontem que o aumento do preço do petróleo terá impacto sobre a inflação de abril. Segundo Goldfajn, essa alta do petróleo e da inflação não era esperada, porém é passageira, pelo que indica o mercado futuro. Já sobre o reajuste de tarifas de energia elétrica o diretor disse que "não é novidade".
Vender ativo da estatal é viável, diz diretor da ANP
Integra: 60661.htm
Caldas, Suely
Estado de São Paulo
em 16/04/2002
O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), embaixador Sebastião do Rego Barros, disse ontem ser viável a Petrobras colocar à venda refinarias e outros ativos, para facilitar a competição no mercado interno de derivados de petróleo e forçar a queda nos preços. "A ANP não tem autoridade legal para obrigar a Petrobras a vender os ativos. Mas é uma boa idéia, desde que a venda seja feita de forma cuidadosa, para empresa não ficar a mercê de compradores que queiram pagar preços baixos", afirmou. É a primeira vez que um dirigente da agência reguladora de petróleo recomenda a venda de ativos da estatal em quase quatro anos de flexibilização do monopólio estatal.
Petróleo não é soja nem banana
Integra: 60662.htm
Barros, Luiz Carlos Mendonça de; Barros, José Roberto Mendonça de
Estado de São Paulo
em 16/04/2002
A Petrobras anunciou recentemente uma nova política, pela qual as cotações internacionais seriam repassadas aos preços domésticos a cada 15 dias. Os preços de bomba de derivados já sofreram dois reajustes, influenciando fortemente as projeções de inflação para os próximos meses. Embora a produção nacional de petróleo cubra algo (em termos líquidos, isto é, considerando-se nossas exportações) como 86% do consumo, e não custe mais que US$ 12 por barril, justifica-se, no discurso oficial, a precificação em termos da cotação internacional porque o mercado é livre e o produto uma commodity, como a soja. Argumenta-se aqui que nem o mercado é livre, nem esta commodity é como soja ou banana.
Efeito Chávez
Integra: 60663.htm
Racy, Sônia
Estado de São Paulo
em 16/04/2002
Presidente do comitê empresarial Brasil-Venezuela, o empresário Jaques Eluf não acredita que a alta volatilidade política reinante no país vizinho provoque estragos nas relações comerciais entre os dois países. "Na Venezuela, o povo gosta do Brasil, seus dirigentes sempre foram simpáticos ao nosso país, acredito, por exemplo, mais no intercâmbio com a Venezuela do que com a Argentina", avaliou, lembrando que os dois países têm 2 mil quilômetros de fronteiras comuns.
Destaque
Integra: 60664.htm
Racy, Sônia
Estado de São Paulo
em 16/04/2002
A exemplo de Índia e China, também o Japão está interessado no álcool etanol veicular. Foi o que constatou Roberto Giannetti da Fonseca, da Camex, que acaba de voltar de Tóquio. "Se eles incluírem 5% de álcool na sua gasolina, vão ter de importar 3 bilhões de litros/ano", observa. O Brasil produz hoje 11 bilhões de litros e tem capacidade para produzir 20 bilhões. Giannetti também tratou das barreiras sobre carne e frutas. Quanto à importação de aço pelos EUA, o Japão está em compasso de espera para saber que atitude tomar. Como o Brasil. (íntegra)
Juros neuróticos
Integra: 60665.htm
Beting, Joelmir
Estado de São Paulo
em 16/04/2002
De Sharon, Arafat, Duhalde e Chávez vive a remexida (ou não) na taxa básica de juros, a Selic. Os usineiros da política monetária fazem reunião hoje e amanhã com um olho no petróleo e outro na inflação. O primeiro joga gasolina na segunda, com remarcação de 9,39% em março e mais 10,08% aqui em abril. O repique maior no IPCA é agora.
Os apagões e a democracia
Integra: 60666.htm
Souza, Evandro Emílio Mariano da Rocha de
Folha de São Paulo
em 16/04/2002
No dia em que o presidente Fernando Henrique anunciou o fim do apagão, cerca de 50% da cidade de Recife ficou sem energia elétrica. Não foi um desmentido. O governo falava do fim do racionamento, isto é, dos apagões programados, causados pela falta d'água nos reservatórios. O do Recife foi causado por um curto-circuito em uma subestação da Chesf.
GATILHO DE PETRÓLEO
Integra: 60667.htm
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 16/04/2002
Aumentaram as pressões para alterar a regra que corrige os preços dos combustíveis no mercado interno. De acordo com o critério atual, a cada 15 dias a Petrobras pode mudar os preços de venda dos derivados para as distribuidoras se houver variação acima de 5% na cotação do barril no mercado internacional, para cima ou para baixo.
NO MERCADO
Integra: 60668.htm
Barros, Guilherme
Folha de São Paulo
em 16/04/2002
Mais uma vez beneficiadas pela alta dos preços do petróleo, as ações da Petrobras subiram ontem. Os papéis preferenciais fecharam com alta de 1,8%, a maior do Ibovespa, ao lado de Gerdau PN (+1,8%). A ação ordinária subiu 1,7%. (íntegra)
Reviravolta na Venezuela faz petróleo disparar 4,7%
Integra: 60669.htm
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 16/04/2002
O retorno de Hugo Chávez ao poder na Venezuela empurrou as cotações do petróleo novamente para cima. Na sexta-feira, a deposição de Chávez havia derrubado o barril em 6% em Nova York -o maior recuo em cinco meses. Na Bolsa de Mercadorias de Nova York, o preço do barril aumentou 4,69% ontem, subindo para US$ 24,57. Na Bolsa Internacional do Petróleo, em Londres, o barril e encerrou o dia cotado a US$ 24,70, com valorização de 1,7%.
Volta de Chávez é "má notícia" para Wall Street
Integra: 60670.htm
Dávila, Sérgio
Folha de São Paulo
em 16/04/2002
A comunidade financeira internacional representada em Wall Street encarou negativamente a volta ao poder do presidente da Venezuela, Hugo Chávez. "Para os investidores, o retorno é má notícia, não tenha dúvida", disse à Folha o colunista do "Miami Herald" Andres Oppenheimer, especializado em relações internacionais das Américas. Segundo o jornalista, o mercado quer a estabilidade, e o líder venezuelano "representa tudo, menos a estabilidade".
Petrobras pode reduzir preços da gasolina
Integra: 60671.htm
Ordoñez, Ramona
O Globo
em 16/04/2002
A Petrobras poderá anunciar nos próximos dias uma redução nos seus preços da gasolina para vigorar a partir do próximo sábado, dia 20. Esta é a expectativa de especialistas, que apostam na tendência de queda dos preços da gasolina no mercado internacional, apesar do ligeiro aumento do petróleo registrado ontem.
Elétricas retêm dinheiro do governo
Integra: 60672.htm
Lima, Clarissa
Jornal do Brasil
em 16/04/2002
As distribuidoras de energia estão retendo em seus caixas o dinheiro arrecadado com a cobrança do seguro-apagão. A taxa de R$ 0,0049 por quilowatt-hora consumido - que deve ser repassada ao governo - é cobrada, desde março, para custear o aluguel de 58 usinas emergenciais, contratadas para evitar riscos de desabastecimento. Até a última semana, a Comercializadora Brasileira de Energia Emergencial (CBEE) tinha recebido apenas R$ 12 milhões das distribuidoras. A previsão de arrecadação no último mês, no entanto, chegava a R$ 60 milhões. As distribuidoras alegam problemas na contabilização dos recursos para evitar o repasse.
''Quem vai pagar é o consumidor''
Integra: 60673.htm
Clemente, Isabel
Jornal do Brasil
em 16/04/2002
O governo tem proposta para reduzir ou até eliminar os subsídios cruzados da tarifa de luz industrial - um dos vilões do alto custo da conta residencial. ''A estrutura tarifária será revista'', afirmou ao Jornal do Brasil Octavio Castello Branco, diretor de Infra-Estrutura do BNDES, integrante da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica. Para ele, o governo não foi ''generoso'' no cálculo para ressarcir as concessionárias pelo racionamento.
Petróleo WTI tem alta de 4,6%
Integra: 60674.htm
Vilela, Angélica; Franco, Andrei
Gazeta Mercantil
em 16/04/2002
As cotações do petróleo voltaram a subir no mercado internacional após o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ter retomado o poder. O barril do tipo Brent encerrou o dia com alta de 1,56%, a US$ 24,70 na Bolsa Internacional de Petróleo de Londres, enquanto o WTI avançou 4,6% na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), para US$ 24,47.
CEB ganhou 64% mais em 2001
Integra: 60675.htm
Loureiro, Fernanda
Gazeta Mercantil
em 16/04/2002
Companhia energética aumentou em 6% o número de clientes. A Companhia Energética de Brasília (CEB) encerrou 2001 com um lucro líquido de R$ 42,196 milhões, 64,69% maior que o do exercício de 2000, quando obteve um lucro de R$ 25,622 milhões. O crescimento no número de clientes foi o destaque entre os resultados positivos. De 2000 ao fim do ano passado, a empresa engordou sua carteira em 6,53%, totalizando 594.698 usuários em sua área de concessão. A receita operacional líquida foi de R$ 648,5 milhões, 35,51% maior que a de 2000.
Preço do petróleo volta a subir
Integra: 60676.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 16/04/2002
Chávez é um dos maiores defensores do cumprimento das restrições da produção. O preço do petróleo bruto subiu cerca de 5% ontem porque a volta ao poder do presidente venezuelano, Hugo Chávez, depois de uma tentativa fracassada de golpe, reanimou as expectativas de que o país obedecerá à sua cota de produção estabelecida pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
Incertezas podem causar novas altas
Integra: 60677.htm
Severo, Rivadavia
Gazeta Mercantil
em 16/04/2002
A alta dos preços do petróleo registradas ontem refletiram as incertezas políticas do retorno do presidente Hugo Chávez ao Palácio Miraflores na Venezuela e a dificuldade de paz no Oriente Médio. No entanto, na visão de especialistas, não só os humores políticos estão mantendo o preço do petróleo elevado. Os fatores que determinam os preços internacionais da commodity também apontam para preços na faixa dos US$ 25 por barril.
Senado vota hoje medida provisória do setor elétrico
Integra: 60678.htm
Guimarães, Kátia
Gazeta Mercantil
em 16/04/2002
Na Câmara dos Deputados, governo tenta garantir quórum. O Senado vota hoje a Medida Provisória do setor elétrico sem mudanças no texto aprovado na semana passada pelos deputados. O relator da matéria, Geraldo Althoff (PFL-SC), lerá o parecer em plenário. Na Câmara, o presidente Aécio Neves (PSDB-MG) fará um esforço concentrado na tentativa de destrancar a pauta do plenário emperrada há quase um mês. Como parte da estratégia foram convocadas quatro sessões extraordinárias além das três ordinárias de rotina. Haverá inclusive uma sessão extra na quarta-feira pela manhã.
Uma alternativa ao seguro-apagão
Integra: 60679.htm
Moreira, José Roberto
Gazeta Mercantil
em 16/04/2002
Está oficialmente encerrado o racionamento de energia elétrica. Seus custos foram e serão significativos para a sociedade e para os consumidores. A sociedade, conforme várias previsões feitas no início da crise, perdeu uma parcela apreciável do PIB. Além da crise de energia, é claro que pelo menos dois outros fatores colaboraram para a queda do PIB: a crise argentina e a desaceleração da economia mundial após setembro. Por enquanto, não há análise que permita desacoplar o efeito de cada um desses fatores, porém não há razão para desacreditarmos nas previsões de que a crise de eletricidade custaria 2% do PIB. Esse é um número fantástico.
Eleições no Brasil e turbulência na Venezuela inquietam mercado
Integra: 60680.htm
Bittencourt, Ângela; Camba, Daniele
Valor Econômico
em 16/04/2002
Forte inquietação tomou conta do mercado financeiro nesta abertura de semana. Além da turbulência política na Venezuela, que afetou o risco soberano dos mercados emergentes em Nova York e prejudicando a maioria, grandes bancos especularam muito sobre a pesquisa de intenção de voto Ibope/Bank of America. O temor de que Anthony Garotinho (PSB) passasse à frente de José Serra (PSDB) produziu pressão sobre o dólar, mexeu com a bolsa e sacudiu os juros futuros. O resultado da pesquisa, divulgado apenas no início da noite, não confirmou a ultrapassagem de Garotinho, mas evidenciou expressivo crescimento do candidato petista Luis Inácio Lula da Silva, avanço de Garotinho e Ciro Gomes (PPS) e queda de Serra.
Cemig aumenta capital para distribuir CRC ao acionista
Integra: 60681.htm
Coimbra, Leila; Moreira, Talita
Valor Econômico
em 16/04/2002
A Cemig fará um aumento de capital de R$ 35,6 milhões para absorver parte do pagamento da Conta de Resultados a Compensar (CRC) efetuado pelo governo de Minas Gerais desde 1998 e bonificar os acionistas com o saldo. Com isso, o capital da Cemig passará de R$ 1,59 bilhão para R$ 1,62 bilhão.
Retorno de Chávez desagrada investidores
Integra: 60682.htm
Niero, Nelson
Valor Econômico
em 16/04/2002
A volta de Hugo Chávez ao poder derrubou as cotações das duas principais empresas da Bolsa de Caracas, mas aparentemente elas estão numa situação financeira mais confortável para suportar a tempestade política.
Instabilidade pode adiar acordo com a Petrobras
Integra: 60683.htm
Rocco, Nelson; Schüffner, Claudia
Valor Econômico
em 16/04/2002
A crise na Venezuela não deverá afetar as importações de petróleo pela Petrobras, mas pode atrapalhar as negociações da estatal brasileira com a Petroleos de Venezuela S.A. (PDVSA), maior companhia do país. No ano passado, a importações de petróleo venezuelano corresponderam a 8,79% do total de 273 mil barris de petróleo comprados por dia pela Petrobras no exterior.
Petróleo sobe, mas Venezuela volta a produzir
Integra: 60684.htm
Braga, Paulo; Capela, Maurício
Valor Econômico
em 16/04/2002
O preço do barril de petróleo deu um salto ontem, impulsionado pela volta de Hugo Chávez ao poder na Venezuela. A commodity também sentiu os reflexos da tensão no Oriente Médio. Ontem, na Bolsa Mercantil de Nova York, o preço do barril para maio deste ano foi negociado a US$ 24,57, alta de US$ 1,10. Na Bolsa Internacional do Petróleo de Londres, o produto para junho foi vendido a US$ 24,06, alta de US$ 0,90. "O setor está sensível ao noticiário, já que os fundamentos do mercado estão normais. Os estoques, por exemplo, estão em níveis aceitáveis e não impulsionam o preço do barril", diz Leonardo Caldas, diretor da Atef Consultoria.
Mercado sugere manutenção dos preços
Integra: 60685.htm
Schüffner, Claudia
Valor Econômico
em 16/04/2002
Doze dias depois do reajuste de 10,08% para o preço da gasolina, as atenções do mercado estão voltadas para os preços no Golfo americano - uma das referências da Petrobras - e no dólar para tentar antecipar qual será a decisão da estatal. Pela nova política de preços da Petrobras anunciada duas semanas atrás, a estatal só irá aumentar ou diminuir seus preços se a diferença, após 15 dias do último reajuste, for superior a 5% na comparação com os preços praticados na quinzena anterior ao aumento.
Confab fornece à Petrobras
Integra: 60686.htm
Lojudice, Marcelo
Valor Econômico
em 16/04/2002
A Confab anunciou ontem o fechamento de um contrato de fornecimento para a Petrobras. Pelos próximos cinco anos, a companhia vai fornecer tubos de aço para os poços de petróleo e gás da estatal. O faturamento com o contrato deve atingir R$ 267 milhões. Segundo o vice-presidente executivo da Confab, Ricardo Soler, o contrato deve responder por um percentual de 15% a 20% das vendas da fabricante de tubos nos próximos cinco anos.
TJ de Goiás extingue ação contra Petrobras
Integra: 60687.htm
Galvão, Arnaldo
Valor Econômico
em 16/04/2002
O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ), verificando a existência de várias irregularidades processuais, determinou que seja extinta uma ação movida pela distribuidora de combustíveis Unip Brasileira de Petróleo contra a Petrobras. Nessa ação, o juiz da Vara das Fazendas Públicas e 2ª Cível da comarca de Inhumas (GO), Wilde Afonso Ogawa, autorizou o levantamento de mais de R$ 28 milhões de contas bancárias da Petrobras em favor da Unip. A quantia não foi devolvida.