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EM 22/11/2009

• Efeito Itaipu  [ íntegra: 127186.htm  - resumo ]
• A conferência do clima  [ íntegra: 127187.htm  - resumo ]
• Os vetores da descarbonização  [ íntegra: 127188.htm  - resumo ]
• Papel aceita tudo, até metas  [ íntegra: 127189.htm  - resumo ]
• Seguro-apagão tem sobra de R$ 360 milhões  [ íntegra: 127191.htm  - resumo ]
• Brasil 2020: baixo carbono e alta inclusão  [ íntegra: 127192.htm  - resumo ]
• Pré-sal: Senado deve travar projetos  [ íntegra: 127190.htm  - resumo ]

Efeito Itaipu
Integra:
127186.htm 
Editorial
Folha de São Paulo
em 22/11/2009

Aos poucos ganha força a hipótese de que um dos fatores concorrentes para o blecaute do dia 10 foi a sobrecarga proveniente da usina de Itaipu sobre as três linhas de transmissão que falharam. No instante do apagão que abrangeria 18 Estados, a usina mandava para o Sudeste 10.900 MW, 78% dos 14 mil MW de sua capacidade total. Nos nove primeiros dias de novembro, foram 3,8% a mais que nos mesmos dias de 2008.

A conferência do clima
Integra:
127187.htm 
Odebrecht, Emílio
Folha de São Paulo
em 22/11/2009

A conferência do clima que acontecerá no mês de dezembro em Copenhague está na agenda de todos os líderes do planeta. Não poderia ser diferente. Mantidas as tendências atuais, os efeitos das mudanças climáticas serão observados já na segunda metade deste século, com profundas consequências na qualidade de vida de nossos netos e bisnetos. Por isso, causou espanto o anúncio conjunto feito por Estados Unidos e China de adiar qualquer compromisso de meta para 2010.

Os vetores da descarbonização
Integra:
127188.htm 
Veiga, José Eli da
Folha de São Paulo
em 22/11/2009

Se tratados entre quase 200 nações fossem realmente decisivos, o mundo estaria muito mais seguro do que ao término da Guerra Fria. Porém, já são 40 os países com potencial nuclear, embora não passassem de meia dúzia quando foi adotado o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (NPT). Que chegou a ter 187 adesões até a retirada da Coreia do Norte, em 2003.

Papel aceita tudo, até metas
Integra:
127189.htm 
Leite, Marcelo
Folha de São Paulo
em 22/11/2009

Nos últimos dez dias, o governo Lula acertou duas no cravo e uma na ferradura ambiental. Primeiro, anunciou a menor taxa de desmatamento já registrada, 7.000 km2 (um terço de Sergipe). Depois, que cortaria as emissões futuras do país em 36% a 39% até 2020. A ferradura vai por conta de Reinhold Stephanes, ministro da Agricultura. Ele teria convencido o presidente a adiar mais uma vez a obrigatoriedade de averbar (formalizar em escritura) a reserva legal de propriedades rurais. A medida, se vingar, embaça o verniz verde que Lula e Dilma Rousseff arrumaram para ir a Copenhague.

Seguro-apagão tem sobra de R$ 360 milhões
Integra:
127191.htm 
Batista, Henrique Gomes
O Globo
em 22/11/2009

Uma das mais polêmicas medidas adotadas pelo governo após o racionamento de 2001, o Encargo de Capacidade Emergência (ECE) - que ficou famoso como seguro-apagão - ainda dá dores de cabeça à União. Cobrado entre 2002 e o fim de 2005, o ECE arrecadou aos cofres públicos R$ 6,088 bilhões, que seriam destinados a cobrir o aluguel de usinas termelétricas, contratadas às pressas e sem licitação, para evitar novos riscos de racionamento.

Brasil 2020: baixo carbono e alta inclusão
Integra:
127192.htm 
Viana, Jorge
O Globo
em 22/11/2009

Uma amena tarde de sábado em Paris sugere atividades também mais amenas, ainda assim a reunião que ocorre no Palácio do Eliseu é de intenso trabalho. Visto por esse ângulo, o momento da cena pode guardar algum tom de improvável, mas não tanto quanto a minha presença ali, posto pelo destino como testemunha ocasional do encontro dos chefes de Estado de França e Brasil. /96) e governador do Acre (1999/2006). E-mail: jorgeviana.acre@gmail.com.

Pré-sal: Senado deve travar projetos
Integra:
127190.htm 
Equipe de reportagem
Jornal do Commercio
em 22/11/2009

As dificuldades que o governo está enfrentando para aprovação dos quatro projetos do marco regulatório do pré-sal na Câmara podem se multiplicar quando o tema for apreciado pelo Senado. Para senadores da base governista e da oposição, será preciso atenção redobrada e um ofensiva mais agressiva do Planalto. Só assim, dizem, será possível manter nos projetos o que a comissão interministerial que estudou as novas regras desejava e dentro do prazo: abril de 2010.