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EM 23/02/1999

• Fusão 1  [ íntegra: 29178.gif  - resumo ]
• Tarifa da Hidrelétrica de Itaipu será reajustada  [ íntegra: 29180.gif  - resumo ]
• Cana perde produtividade na região Centro-Sul nesta safra  [ íntegra: 29181.gif  - resumo ]
• Primavera começa a operar com maior custo do país  [ íntegra: 29182.gif  - resumo ]
• Prédios têm controle de água e luz  [ íntegra: 29183.gif  - resumo ]
• Eletrobrás seleciona sócio para empresa de telecomunicações  [ íntegra: 29184.gif  - resumo ]
• Petrobrás recebe o empréstimo esta semana  [ íntegra: 29185.gif  - resumo ]
• Bradesco e ABN no projeto da Thyssen  [ íntegra: 29186.gif  - resumo ]
• Sistema Norte-Sul ganha 2.400 MW  [ íntegra: 29188.gif  - resumo ]
• Dominion irá comprar geradora a gás natural  [ íntegra: 29189.gif  - resumo ]
• Luz  [ íntegra: 29190.gif  - resumo ]
• Sempra paga US$ 5 bi pela KN Energy Inc.  [ íntegra: 29191.gif  - resumo ]
• Guerra no Iraque volta a pressionar petróleo  [ íntegra: 29192.gif  - resumo ]
• Gás  [ íntegra: 29193.gif  - resumo ]
• Gestores apostam nas elétricas  [ íntegra: 29194.gif  - resumo ]
• Argentina multa companhia elétrica  [ íntegra: 29195.gif  - resumo ]
• Verdinhas  [ íntegra: 29196.gif  - resumo ]
• Presidente inaugura usina sob protesto  [ íntegra: 29198.gif  - resumo ]
• Petrobrás recebe US$ 215 mi esta semana  [ íntegra: 29200.gif  - resumo ]
• Brasil Álcool S.A. tem capital de R$ 325 milhões  [ íntegra: 29201.gif  - resumo ]
• Candidato quer menos governo no petróleo  [ íntegra: 29202.gif  - resumo ]
• Usinas unem-se para derrubar preço do carvão  [ íntegra: 29203.gif 29203B.gif  - resumo ]
• Declínio do preço do petróleo afeta resultado da Gulf Canada  [ íntegra: 29208.gif  - resumo ]
• Uma radiografia da Petrobrás  [ íntegra: 29226.gif  - resumo ]
• Os cortes no orçamento  [ íntegra: 29227.gif  - resumo ]
• Multa por apagão é de US$ 60 milhões  [ íntegra: 29228.gif  - resumo ]

Fusão 1
Integra:
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Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 23/02/1999

A Sempra, maior companhia dos EUA de gás natural, vai comprar a KN por US$ 5 bilhões. (na íntegra)

Tarifa da Hidrelétrica de Itaipu será reajustada
Integra:
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Paul, Gustavo
Estado de São Paulo
em 23/02/1999

O consumidor é quem vai pagar o aumento do custo da energia comprada da Usina Hidrelétrica de Itaipu, motivado pela desvalorização cambial. O presidente da Eletrobrás, Firmino Sampaio, admitiu ontem que a diferença entre o valor do dólar das tarifas aplicadas de Itaipu e a cotação oficial da moeda americana irá criar um "resíduo pesado", que deve ser transferido para as tarifas. "É o consumidor quem vai pagar, mas não se sabe em que data", disse Sampaio.

Cana perde produtividade na região Centro-Sul nesta safra
Integra:
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Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 23/02/1999

Apesar da previsão de manter a mesma quantidade de cana-de-açúcar moída da safra 98/99, a região Centro-Sul deverá ter um rendimento menor na safra atual devido à queda de produtividade das lavouras. As condições climáticas estão favorecendo a lavoura da cana em São Paulo. O problema é que houve baixo índice de renovação dos canaviais. Outro fator que deve provocar baixa de produtividade é a redução do uso de insumos usados no preparo da lavoura desta safra, por causa da perda de renda do setor. Produtores de açúcar e de álcool da região Centro-Sul estão criando a empresa Brasil S/A, que irá controlar os estoques de diversas usinas com um volume mínimo total de 1,2 bilhão de litros.

Primavera começa a operar com maior custo do país
Integra:
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Lopes, Luiz Carlos; Scholz, Cley
Estado de São Paulo
em 23/02/1999

A Usina Sérgio Motta (Porto Primavera), no Rio Paraná, que o presidente Fernando Henrique Cardoso inaugura hoje, vai produzir a energia elétrica mais cara do país, por causa dos juros capitalizados ao longo da construção, que demorou 20 anos. Considerando juros de mercado aplicados sobre o investimento, o preço total da barragem chega a US$ 14,7 bilhões. Cada Megawatt/hora vai custar cerca de US$ 300. A energia da Usina Sérgio Motta só não é mais cara do que a que será produzida na usina nuclear de Angra 2, que vai custar cerca de US$ 400 o megawatt/hora.

Prédios têm controle de água e luz
Integra:
29183.gif 
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 23/02/1999

O prefeito do campus da Unicamp, Orlando Lima Júnior, está implantando medidas de redução de gastos de água e energia nos prédios da universidade. Com isso, a prefeitura pretende diminuir o impacto da crise no orçamento. A prefeitura implantou medidores em cada prédio para controlar possíveis desperdícios com energia elétrica e água. O preço da refeição para estudantes vai aumentar e a verba destinada a viagens da Reitoria vai diminuir.

Eletrobrás seleciona sócio para empresa de telecomunicações
Integra:
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Velloso, Eliane; Durão, Vera Saavedra
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

O leilão que a Eletrobrás fará na Bolsa de Valores do Rio, no dia 19 de março, para selecionar o sócio privado controlador da empresa de dados que usará seu sistema de transmissão, não terá restrições à participação de grupos empresariais que tenham conflito de interesse no negócio. Esta exigência só será feita para o operador técnico a ser convidado posteriormente pelo próprio controlador da empresa que vencer o leilão.

Petrobrás recebe o empréstimo esta semana
Integra:
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Alves, Gustavo
Estado de São Paulo
em 23/02/1999

A Petrobrás recebe nesta semana um empréstimo de US$ 215 milhões de um consórcio de bancos - liderado pelo alemão Deutsche Bank - que se associaram à empresa para um projeto de financiamento do Campo de Barracuda-Caratinga, na Bacia de Campos, cujo pagamento será vinculado à rentabilidade da exploração. O dinheiro, que vai reforçar as reservas brasileiras, saiu de recursos próprios dos bancos que formam o consórcio. "O empréstimo-ponte é para passar a fase de incerteza e, daí, entrar para as fontes de financiamento permanentes", explicou o diretor-gerente do Deutsche Bank, no Brasil, na área de Projetos de Financiamento, Marcílio Andrade.

Bradesco e ABN no projeto da Thyssen
Integra:
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Furtado, Antônio; Durão, Vera Saavedra
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

O Bradesco e o banco holandês ABN-Amro são os coordenadores financeiros do "project finance" que está sendo estruturado para financiar a construção da primeira refinaria privada do País, a Refinaria do Nordeste, localizada em Pecém, no Ceará. O valor total do investimento é de Us$ 1,7 bilhão. A Refinaria do Nordeste S/A é controlada pela siderúrgica alemã Thyssen. O projeto da Renor é de longo prazo. O retorno do financiamento deve vir dentro de 10 ou 12 anos. A refinaria está sendo construída em duas etapas, devendo começar a operar em abril. Na primeira fase, a refinaria estará produzindo 110 mil barris/dia de combustíveis. Num segundo momento, a produção deve ser ampliada para 200 mil barris/dia.

Sistema Norte-Sul ganha 2.400 MW
Integra:
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Gasparini, Suzy
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

A maior parte dos projetos de geração de energia elétrica previstos para entrar em operação este ano começará a funcionar ainda no primeiro semestre. Serão 2,4 mil Megawatts novos que entrarão no sistema interligado Norte-Sul até o final de junho, além do linhão de transmissão de 1000 MW, que vai interligar o Norte ao Sul, dando maior confiabilidade no abastecimento de energia. O volume de energia que será agregado ao sistema neste semestre é superior ao adicionado durante todo o ano passado: 2,25 mil MW. Assim como no ano passado, a maior parte das novas usinas é hidrelétrica.

Dominion irá comprar geradora a gás natural
Integra:
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Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

A Dominion Resources, proprietária maior da companhia de energia elétrica da Virgínia, comprará a Consolidated Natural Gas por US$ 8,41 bilhões em ações e em dívidas assumidas. A operação dará origem à quarta maior concessionária de eletricidade e de gás dos EUA. A Dominion precisa expandir-se além do seu mercado interno porque a desregulamentação deverá pôr fim ao monopólio nas vendas locais, segundo analistas. A Dominion espera que a operação reduza o número de empregados e gere economias anuais de US$ 150 milhões a US$ 200 milhões no ano 2002.

Luz
Integra:
29190.gif 
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 23/02/1999

A Usina Sérgio Motta custou uma fortuna, mais de R$ 10,8 bilhões, sendo R$ 5,6 bihões só de juros, em conseqüência de atrasos e paralizações. Um absurdo que começou no governo Maluf e foi se perpetuando. A obra acabou sendo reiniciada no governo Covas, sem que o tesouro paulista colocasse um tostão. "Equacionamos a obra vendendo energia futura em forma de debêntures, uma operação financeira de sucesso", explica Covas. O governandor fará hoje um balanço desta história e do setor de energia paulista. (na íntegra)

Sempra paga US$ 5 bi pela KN Energy Inc.
Integra:
29191.gif 
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

A Sempra Energy, a maior companhia de gás natural dos EUA, fechou acordo para comprar a KN Energy Inc. por cerca de US$ 5 bilhões em ações, em dinheiro e dívidas, o que lhe dará uma rede gasodutos por todo o país. Na transação, a KN teve avaliação equivalente a US$ 25 por ação, preço 29% superior ao do fechamento de quinta-feira.

Guerra no Iraque volta a pressionar petróleo
Integra:
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Santiago, Rosângela
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

Depois de algumas semanas de trégua, os EUA e o Iraque retomaram o conflito armado, provocando elevação nos preços do óleo cru. Na Nymex, o barril de petróleo tipo WTI para março fechou a US$ 11,96, com alta de US$ 0,20. Em Londres, o Brent para abril subiu US$ 0,19, fechando o pregão a US$ 10,59 o barril. Aviões americanos e britânicos atacaram alvos iraquianos nas zonas de exclusão aérea no Norte e no Sul do país.

Gás
Integra:
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Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 23/02/1999

Covas decidiu que a privatização da Comgás será dividida em três fases. Na primeira, será leiloada a atual empresa, que operará em parte do Estado. Na segunda e terceira fases vão vender "ar". Isto é, vão leiloar o direito de exploração em duas outras regiões do Estado. "Não quero monopólio por aqui e sim concorrência", diz Covas. E aproveita para fazer um crítica: "Não entendo essas consultorias que contratamos; no final sugerem sempre a venda do monopólio." A consultoria em questão é a liderada pela Lehman Brothers. (na íntegra)

Gestores apostam nas elétricas
Integra:
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Teixeira, Michelly
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

A alta do dólar está afetando a rentabilidade dos fundos setorias de energia elétrica. Com a volatilidade da moeda estrangeira, as empresas de eletricidade que possuem dívidas pesadas em dólar, acabaram vendo suas despesas financeiras aumentarem consideravelmente. As perdas dos fundos de energia elétrica devem ser recuperadas em quatro meses na opinião da analista Roseli Machado, do consórcio Plural. Apesar do fraco desempenho desses fundos, a analista está otimista com relação ao futuro desse segmento.

Argentina multa companhia elétrica
Integra:
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Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 23/02/1999

O governo argentino anunciou ontem a aplicação de uma multa de US$ 69 milhões à empresa Edesur, responsável pelo fornecimento de energia elétrica em Buenos Aires. Partes da cidade completaram ontem oito dias sem luz. As autoridades ameaçam também retirar a concessão da Edesur. (na íntegra)

Verdinhas
Integra:
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Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 23/02/1999

No cálculo do PSDB, quinze deputados que migraram para o PMDB sairão da legenda se não for aprovado o "imposto verde" (sobre combustíveis). A medida turbinaria a pasta dos Transportes, do peemedebista Padilha. Essa perspectiva ajudou a sigla a saltar de 82 para 98 deputados. (na íntegra)

Presidente inaugura usina sob protesto
Integra:
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Somenzari, Luciano
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

Quando o presidente Fernando Henrique Cardoso acionar hoje duas das 18 unidades geradoras da Usina Hidrelétrica Porto Primavera, agora denominada Engenheiro Sérgio Motta, dará início ao funcionamento comercial do empreendimento que levou quase 20 anos para ficar pronto. O gesto simbólico também trará mais apreensão a milhares de trabalhadores que sofrem com o problema do desemprego na região dos município de Rosana e Teodoro Sampaio.

Petrobrás recebe US$ 215 mi esta semana
Integra:
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Velloso, Eliane; Durão, Vera Saavedra
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

A primeira parcela de US$ 215 milhões, de um "bridge loan" de US$ 300 milhões do projeto Barracuda/Caratinga, chega até quinta-feira aos cofres da Petrobrás. O restante serão embolsados ainda no primeiro semestre. Este é um adiantamento de recursos da primeira fase do empreendimento, avaliado em US$ 2,8 bilhões. A Petrobrás está aguardando esse dinheiro desde o início do ano, mas sua liberação estava dependendo de uma garantia da ANP aos investidores de que a estatal poderia pagar com petróleo os recursos que eles colocassem em Barracuda/Caratinga, em caso de "default".

Brasil Álcool S.A. tem capital de R$ 325 milhões
Integra:
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Costa, Edson Álvares da
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

A Brasil Álcool S.A., empresa destinada a retirar o excedente de álcool do mercado, será formalizada hoje em assembléia em São Paulo. Duzentos dos 250 usineiros do Centro-Sul do País aderiram à nova empresa, integralizando 1,3 bilhão de litros de álcool, no valor de R$ 0,25 por litro, perfazendo um capital total de R$ 325 milhões. As informações são de João Carlos Figueiredo Ferraz, vice-presidente da Jardest Açúcar e Álcool, de Jardinópolis (SP), e um dos organizadores da nova empresa.

Candidato quer menos governo no petróleo
Integra:
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Wallis, William
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

Olu Falae, um dos dois rivais na eleição presidencial de sábado na Nigéria, disse ontem que estaria pronto a vender parte da participação de 60% do governo no setor de petróleo, como parte de uma reestruturação radical da dívida externa do país, estimada em US$ 29 bilhões. É a primeira vez que um importante político nigeriano faz tal proposta. Falae disse que a decisão acompanharia o reescalonamento dos US$ 21 bilhões devidos a credores oficiais do Clube de Paris, sendo que mais de US$ 16 bilhões representam atrasados.

Usinas unem-se para derrubar preço do carvão
Integra:
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Ribeiro, Ivo
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

Todo ano é a mesma rotina. Usiminas, CSN, CST, Cosipa e Açominas se reúnem ao longo do primeiro semestre com representantes de 20 a 25 mineradoras estrangeiras para negociar as compras do carvão a ser consumido no ano. Em pauta um negócio avaliado em US$ 600 milhões, para aquisição neste ano, de cerca de 13 milhões de toneladas. A primeira reunião será dia 9 de março e terá alguns ingredientes a mais: a desvalorização cambial, que encareceu bastate o custo do carvão, os deprimidos preços do aço e a crise mundial da demanda por produtos siderúrgicos.

Declínio do preço do petróleo afeta resultado da Gulf Canada
Integra:
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Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 23/02/1999

A Gulf Canada Resources Ltd apresentou perdas no quarto trimestre, devido aos cortes nos preços do petróleo. A companhia anunciou um prejuízo de 126 milhões de dólares canadenses (US$ 84,5 milhões), ou 38 centavos de dólar canadenses por ação em comparação a uma perda de 0,01 centavos por ação no ano anterior. As receitas caíram 27%, para 275 milhões de dólares canadenses, ante 379 milhões de dólares. "1998 foi um ano difícil para o setor de petróleo, para nossos empregados e nossos acionistas", disse Richard Auchinleck, executivo-chefe da Gulf Canada. (na íntegra)

Uma radiografia da Petrobrás
Integra:
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Romero, Cristiano
Jornal do Brasil
em 23/02/1999

Embora tenha aumentado significativamente seus índices de produtividade nos últimos anos, a Petrobrás apresenta indicadores que a distanciam bastante do desempenho das grandes companhias petrolíferas do mundo. A rentabilidade da empresa, calculada sobre o patrimônio corresponde à metade da média alcançada pelas concorrentes estrangeiras. Para atingir lucro igual à média das petrolíferas estrangeiras, o lucro da estatal brasileira teria de passar de R$ 1,43 bilhão (o de 1998) para R$ 3,35 bilhões. Há vários fatores que vem afetando diretamente o desempenho da companhia. Um deles são as limitações fiscais, que reduzem a sua capacidade de investimento, impostas pelo governo.

Os cortes no orçamento
Integra:
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Romero, Cristiano
Jornal do Brasil
em 23/02/1999

No ano passado, a Petrobrás, premida pela urgência de se preparar para o fim do monopólio estatal, teve seu orçamento cortado duas vezes, que juntos somaram quase US$ 2 bilhões do orçamento de US$ 4,203 bi. Em 1999, o problema está se repetindo. Esses cortes vão, evidentemente, dificultar o cumprimento dos projetos de investimento acertados pela Petrobrás com a ANP: a meta é investir US$ 12 bilhões em três anos. Se isso não acontecer, a ANP poderá cassar áreas concedidas para exploração e produção e multar a empresa. Os custos de extração de petróleo da Petrobrás estão acima do padrão internacional.

Multa por apagão é de US$ 60 milhões
Integra:
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Equipe de Reportagem
Jornal do Brasil
em 23/02/1999

Já está em US$ 60 milhões a multa aplicada pelas autoridades argentinas à Edesur pelo apagão que provocou em extensa área em Buenos Aires, afetando até 500 mil pessoas. No momento, 25 mil residências continuam sem luz. O corte de energia coincidiu com uma onda de calor que elevou a temperatura a 35º. A maioria dos prédios comerciais e residenciais da região também ficou sem água, porque as bombas injetoras não funcionavam. A normalização completa do fornecimento está marcada para amanhã, mas as previsões da Edesur para conserto já falharam duas vezes, desde que um incêndio destruiu um gerador na madrugada de segunda-feira da semana passada.