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EM 03/04/2002
A ARMA DO PETRÓLEO [ íntegra: 60157.htm - resumo ]
Especulação empurra petróleo para US$ 28 [ íntegra: 60158.htm - resumo ]
VA Tech avança na energia brasileira [ íntegra: 60159.htm - resumo ]
Vendas aquecidas na distribuição e na transmissão [ íntegra: 60160.htm - resumo ]
Petróleo... [ íntegra: 60161.htm - resumo ]
Furnas tem lucro recorde em 2001 [ íntegra: 60162.htm - resumo ]
NO MERCADO [ íntegra: 60163.htm - resumo ]
Eletrobrás e Cesp aprovam emissão de R$ 1,050 bi [ íntegra: 60164.htm - resumo ]
Gasolina pode subir 10% na refinaria e 7,5% nos postos [ íntegra: 60165.htm - resumo ]
Tractebel levanta R$ 260 milhões [ íntegra: 60166.htm - resumo ]
Iraque propõe embargo como em 73 e Irã apóia, mas Opep rejeita idéia [ íntegra: 60167.htm - resumo ]
Inepar não paga juros de debênture [ íntegra: 60168.htm - resumo ]
Combustíveis não causam impacto imediato nos juros, diz Armínio [ íntegra: 60169.htm - resumo ]
Barril pode atingir US$ 30 [ íntegra: 60170.htm - resumo ]
Para analista, reajustar agora seria precipitado [ íntegra: 60171.htm - resumo ]
MP do setor elétrico pode ser votada hoje [ íntegra: 60172.htm - resumo ]
Barril acima de US$ 30 ameaça os EUA [ íntegra: 60173.htm - resumo ]
Equívocos da matriz energética brasileira [ íntegra: 60174.htm - resumo ]
Preço do petróleo vai atrapalhar economia mundial [ íntegra: 60175.htm - resumo ]
Alta revive medo da recessão [ íntegra: 60176.htm - resumo ]
Produção local garante ao Brasil tranquilidade [ íntegra: 60177.htm - resumo ]
Balança comercial será afetada [ íntegra: 60178.htm - resumo ]
Apesar do petróleo, dólar mantém queda [ íntegra: 60179.htm - resumo ]
Para Fraga, impacto na inflação dificulta redução nos juros [ íntegra: 60180.htm - resumo ]
Seguro anti-apagão fica mais barato [ íntegra: 60181.htm - resumo ]
Crise pode provocar aumento na gasolina [ íntegra: 60182.htm - resumo ]
Preço do petróleo passa de US$ 27 [ íntegra: 60183.htm - resumo ]
Disputa pela energia livre [ íntegra: 60184.htm - resumo ]
Royal/Shell fecha compra da Enterprise [ íntegra: 60185.htm - resumo ]
Alta do petróleo afeta inflação no País, diz Fraga [ íntegra: 60186.htm - resumo ]
Apagão amplia vendas [ íntegra: 60187.gif - resumo ]
Com explicações, Petrobras antecipa reajuste de preços [ íntegra: 60188.htm - resumo ]
Preço recorde continua a refletir tensão [ íntegra: 60189.htm - resumo ]
Energia [ íntegra: 60190.htm - resumo ]
Reale Jr. será o ministro da Justiça; PFL veta nome para Minas e Eneria [ íntegra: 60191.htm - resumo ]
Empresas russas avançam no Leste Europeu [ íntegra: 60192.htm - resumo ]
Gasolina pode subir mais10,29%, calculam técnicos [ íntegra: 60193.htm - resumo ]
Shell faz oferta pela Enterprise [ íntegra: 60194.htm - resumo ]
Presidente do BC descarta alta das taxas de juros [ íntegra: 60195.htm - resumo ]
Furnas tem lucro recorde de R$ 831 milhões [ íntegra: 60196.htm - resumo ]
Em alta, o petróleo parece ter limites para alçar vôo [ íntegra: 60197.htm - resumo ]
Valor do seguro apagão pode cair em junho [ íntegra: 60198.htm - resumo ]
Shell oferece US$ 6,2 bi pela Enterprise [ íntegra: 60199.htm - resumo ]
Agência dos EUA quer saber se a Enron mentiu [ íntegra: 60200.htm - resumo ]
Petrolífera pode assumir a liderança [ íntegra: 60201.htm - resumo ]
Dólar ignora petróleo e fecha abaixo de R$ 2,30 [ íntegra: 60202.htm - resumo ]
Preço dispara em Londres e Nova York [ íntegra: 60203.htm - resumo ]
Os resquícios do racionamento [ íntegra: 60204.htm - resumo ]
Elétricas lucram 33% mais em 2001 [ íntegra: 60205.htm - resumo ]
Pessimismo infundado [ íntegra: 60206.htm - resumo ]
Resultado de Furnas fica abaixo das expectativas [ íntegra: 60207.htm - resumo ]
Gasolina ruim fez Shell suspender 20% dos postos [ íntegra: 60208.htm - resumo ]
Debêntures da Inepar [ íntegra: 60209.htm - resumo ]
Paraná fecha acordo com Itaú para prorrogar resgate [ íntegra: 60210.htm - resumo ]
A Royal Ducht/ Shell [ íntegra: 60211.htm - resumo ]
A petrolífera Repsol-YPF [ íntegra: 60212.htm - resumo ]
Eurozona cresce mas petróleo preocupa [ íntegra: 60213.gif - resumo ]
Impasse na MP de energia é mantido [ íntegra: 60214.htm - resumo ]
Gasolina freia queda dos juros [ íntegra: 60216.htm - resumo ]
Os reflexos de um jogo perigoso [ íntegra: 60217.htm - resumo ]
A ARMA DO PETRÓLEO
Integra: 60157.htm
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
A ameaça de que o petróleo possa ser usado como arma de guerra por países islâmicos projeta um elemento de incerteza sobre a incipiente recuperação da economia mundial. A ameaça de embargo ou elevação dos preços foi feita esta semana pelo presidente iraquiano, Saddam Hussein. O Irã, que é o segundo maior exportador do Oriente Médio, já declarou apoio à iniciativa. O objetivo dos países islâmicos é punir os EUA pelo apoio a Israel no conflito com os palestinos. À medida que se intensificam os ataques na região, aumenta a possibilidade de ação conjunta dos países islâmicos.
Especulação empurra petróleo para US$ 28
Integra: 60158.htm
Aith, Marcio; Guandalini, Giuliano
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
Enquanto o boicote dos países árabes às exportações de petróleo limita-se ao campo da especulação, a alta do preço do produto está sendo guiada por operações de grandes especuladores que aproveitam a tensão política no Oriente Médio para lucrar. A informação consta dos últimos relatórios semanais da CFTC (Commodity Futures Trading Commission), órgão sediado em Washington que é responsável por fiscalizar contratos no mercado futuro de produtos básicos e identificar o perfil de operações que influem nos preços.
VA Tech avança na energia brasileira
Integra: 60159.htm
Ogawa, Katia
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
Austríacos querem disputar construção da hidrelétrica de Belo Monte e leilões da Aneel. Para os austríacos da VA Tech, o Brasil ainda é a terra das oportunidades. A esperança da companhia - com atuação mundial em metalurgia, tratamento de água e, principalmente, geração, transmissão e distribuição de energia elétrica - foi alimentada pelos bons resultados colhidos em 2001. Georg Antesberger, que integra o conselho de administração da companhia, afirma que o mercado brasileiro, assim como o norte-americano, inglês e chinês, está em expansão.
Vendas aquecidas na distribuição e na transmissão
Integra: 60160.htm
Gil, Patrícia
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
Depois de um ano de forte apelo por investimentos principalmente em geração de energia, 2002 será a vez de a transmissão e a distribuição liderarem os projetos no setor. Eles prometem dar mais fôlego para a indústria de equipamentos que, com isso, pode prolongar o período de bons resultados das vendas no Brasil. O caso da Siemens ilustra bem essa situação.
Petróleo...
Integra: 60161.htm
Barros, Guilherme
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
Os preços dos derivados de petróleo vão aumentar, mas os juros não devem subir no Brasil. A opinião é do economista Luiz Roberto Azevedo Cunha. Ele acha até que, na próxima reunião do Copom, o BC deverá cortar mais 0,25 ponto percentual dos juros.
Furnas tem lucro recorde em 2001
Integra: 60162.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
O ganho, 54% superior ao de 2000, ficou abaixo das expectativas. A geradora Furnas registra, no balanço que divulga hoje, um lucro líquido de R$ 830,7 milhões - recorde em sua história e 54% superior ao apurado em 2000. Mas, o resultado foi inferior às expectativas. "O lucro poderia ter chegado a R$ 1 bilhão não fossem os valores contabilizados pelo MAE (Mercado Atacadista de Energia) para as vendas no mercado livre", diz Roberto Della Ninna, assistente do diretor financeiro da estatal.
NO MERCADO
Integra: 60163.htm
Barros, Guilherme
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
As ações ordinárias da Tractebel tiveram a maior desvalorização do Ibovespa ontem. Caíram 6%. Embratel PN caiu outros 5,2%. A maior alta do dia foi a dos papéis preferenciais da CRT Celular, que subiram 1,4%. (íntegra)
Eletrobrás e Cesp aprovam emissão de R$ 1,050 bi
Integra: 60164.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
Eletrobrás e Companhia Energética do Estado de São Paulo (Cesp) engrossam a lista de emissores de dívida privada no mercado interno. Os acionistas das duas empresas aprovaram, em assembléias realizadas nesta segunda e terça-feiras, a colocação de R$ 600 milhões e R$ 450 milhões em debêntures, respectivamente. A iniciativa reforça a percepção de analistas do mercado de capitais brasileiro de que o setor elétrico será o grande filão das distribuições corporativas em 2002.
Gasolina pode subir 10% na refinaria e 7,5% nos postos
Integra: 60165.htm
Medina, Humberto; Mugnatto, Sílvia
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
Para compensar a alta do petróleo no mercado internacional, a Petrobras teria de reajustar o preço da gasolina na refinaria em aproximadamente 10% nos próximos dias, segundo cálculos da área técnica do governo. O impacto estimado desse aumento na refinaria seria um reajuste de 7,5% nos postos. A decisão de aumentar e o tamanho do reajuste, no entanto, é da Petrobras. O repasse do aumento para os consumidores está sendo analisado pelo conselho de administração da empresa.
Tractebel levanta R$ 260 milhões
Integra: 60166.htm
Goulart, Josette
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
A Tractebel (antiga Gerasul) apresenta hoje ao mercado as notas promissórias, em um volume total de R$ 260 milhões, que pretende vender no próximo dia 11 de abril por meio de um tipo de leilão chamado "bookbuilding". O vencimento do papel é de seis meses e a empresa pretende pagar uma taxa máxima de 104,26% do CDI (taxa de juros interbancária). Os recursos servirão para formar um colchão de liquidez no caixa da empresa - que terá algumas despesas extras com dividendos e impostos sobre resultados, além de assim antecipar o crédito que tem a receber do Mercado Atacadista de Energia (MAE).
Iraque propõe embargo como em 73 e Irã apóia, mas Opep rejeita idéia
Integra: 60167.htm
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
O Iraque disse ontem que está pronto para suspender as exportações de petróleo, se o Irã decidir fazer o mesmo. Para o governo de Saddam Hussein, o ditador iraquiano, a paralisação nas vendas do produto seria uma forma de atingir os "inimigos", ou seja, EUA e Israel. O Irã afirmou que um eventual embargo seria eficiente como arma geopolítica, mas dependeria de uma ação conjunta de outros países árabes. Até o momento, produtores importantes, como Arábia Saudita e Venezuela, descartaram de maneira veemente a possibilidade de adotar um embargo do tipo.
Inepar não paga juros de debênture
Integra: 60168.htm
Goulart, Josette
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
A Inepar deixou de pagar os juros no valor de R$ 18 milhões de uma emissão de debêntures no valor total de R$ 270 milhões. A informação é da agência de classificação de risco Atlantic Rating, que rebaixou a nota da emissão de B para DDD - nota atribuída a títulos "inadimplentes e sem a menor qualidade".
Combustíveis não causam impacto imediato nos juros, diz Armínio
Integra: 60169.htm
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
O presidente do Banco Central, Armínio Fraga, disse que o BC não irá elevar a taxa de juros a fim de combater o impacto na inflação de um eventual reajuste no preço dos combustíveis. Para ele, o efeito direto do reajuste "não é algo que deva ser corrigido de imediato" por meio de uma alta dos juros. O presidente do BC classifica o possível aumento no preço dos combustíveis de "choque de oferta". Isto é, seria um evento extraordinário que não volta a ocorrer no futuro.
Barril pode atingir US$ 30
Integra: 60170.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
Sem perspectivas de solução no curto prazo para a crise no Oriente Médio, a expectativa de analistas é de que os preços do petróleo continuem subindo. O mercado pode buscar uma acomodação para as oscilações nos preços da commodity em um nível de US$ 30 por barril, na avaliação do analista de investimentos da corretora Fator Doria & Atherino, Luiz Otávio Broad.
Para analista, reajustar agora seria precipitado
Integra: 60171.htm
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
O aumento do preço do petróleo é fruto de especulação e, se a Petrobras aumentar o valor do litro da gasolina agora, pode ter de reduzi-lo logo a seguir. A análise é do consultor Adriano Pires Rodrigues, professor da Coppe-UFRJ (Coordenação dos Programas de Pós-graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e ex-membro da equipe técnica da ANP (Agência Nacional do Petróleo).
MP do setor elétrico pode ser votada hoje
Integra: 60172.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
O governo reforçou a sua investida para aprovar nesta semana o projeto de conversão da Medida Provisória n 14, que define o Acordo Geral do Setor Elétrico. Além de estar obstruindo a pauta de votação na Câmara dos Deputados, a MP perderá a validade até junho, o que obrigará o Congresso a editar um decreto legislativo, segundo explicações da Advocacia Geral da União. Ontem à noite, o relator da matéria, deputado José Carlos Aleluia ( PFL/BA) ainda tentava fechar um acordo para a proposta ser votada na sessão de hoje.
Barril acima de US$ 30 ameaça os EUA
Integra: 60173.htm
Aith, Marcio; Fraga, Érica
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
A recuperação da economia norte-americana estará em xeque se o preço do barril de petróleo superar US$ 30 e permanecer nesse patamar por um tempo prolongado. Essa é a opinião de analistas ouvidos pela Folha, que acreditam, no entanto, que a recente disparada nos preços da commodity no mercado internacional não é sustentável. Os Estados Unidos importam mais da metade do petróleo consumido no país. Portanto, uma alta próxima de US$ 30 para o barril, nas contas de analistas, pode encarecer os custos de produção e retardar o reaquecimento do consumo, postergando a queima de estoques e a liberação de novos investimentos no setor industrial.
Equívocos da matriz energética brasileira
Integra: 60174.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
Por ser fundamental para a produção de bens e serviços e também para a qualidade de vida da população, a matriz energética das sociedades baseadas no livre mercado é alvo de planejamento e de políticas específicas. No Brasil, a desatenção à sua evolução e a inexistência de uma política foram responsáveis pela crise energética que o País atravessa. Além de assegurar a energia necessária, a elaboração da matriz energética implica seleção de fontes e formas de energia, levando em conta fatores diversos de ordem econômica, social, ambiental, de dependência e de eficiência.
Preço do petróleo vai atrapalhar economia mundial
Integra: 60175.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
Alta na inflação e redução no consumo tendem a frear a retomada do crescimento iniciada pelos Estados Unidos. O recente salto dos preços do petróleo não poderia ter ocorrido em pior época para a nascente recuperação econômica mundial. A inflação planetária pôde ser domada em parte graças aos preços relativamente controlados do petróleo, mas a intensificação das tensões no Oriente Médio voltou a transformar os preços do óleo bruto em prováveis vilões do crescimento, ameaçando desmantelar a recuperação mundial encabeçada pelos Estados Unidos.
Alta revive medo da recessão
Integra: 60176.htm
Bull, Alister
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
A alta nos preços do petróleo é um risco presente e imediato para a economia mundial, capaz de prejudicar a recuperação e reviver os temores de uma recessão. Os economistas advertem que, embora a recuperação esteja bem encaminhada, ela será difícil de sustentar se os preços da energia não forem controlados. Os países estão menos dependentes hoje. Em 1973, a União Européia gastava 13,4% de seu Produto Interno Bruto (PIB) em importações de petróleo, mas por volta de 1999 essa proporção se reduzira a 4,9%, segundo o professor Philip Lane, do Trinity College, em Dublin (Irlanda).
Produção local garante ao Brasil tranquilidade
Integra: 60177.htm
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
Apesar de o conflito no Oriente Médio já ter levado, ontem, os preços do petróleo a US$ 27,71 por barril, no mercado americano, e US$ 27,66 por barril em Londres, consultores e analistas de bancos e de empresas de petróleo não acreditam que possa gerar um desequilíbrio entre oferta e demanda ou mesmo uma alta significativa de preços. A avaliação geral é de que o Brasil, que importa 30% do que consome e tem uma lista de fornecedores pouco concentrada nos países árabes, está em posição relativamente confortável.
Balança comercial será afetada
Integra: 60178.htm
Ferrari, Lívia
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
Alta no preço do óleo tende a reverter queda de 23% nas importações de combustíveis. A atual tendência de alta nos preços internacionais do petróleo começa a ser considerada nas projeções da balança comercial brasileira para os próximos meses. O economista da Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex), Fernando Ribeiro, acredita que o aumento nas cotações do petróleo terá impactos sobre as importações do Brasil no segundo semestre do ano. "A tendência dos preços é subir mais, principalmente porque o conflito no Oriente Médio não é de solução simples", prevê o especialista. A dificuldade é estimar a magnitude da elevação de preços, diz Ribeiro.
Apesar do petróleo, dólar mantém queda
Integra: 60179.htm
Ragazzi, Ana Paula
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
O acirramento dos conflitos no Oriente Médio e a consequente alta dos preços do petróleo não afetaram diretamente as negociações nos mercados brasileiros ontem. Mas continuam como um foco de preocupação a ser acompanhado atentamente pelo mercado. O dólar continuou em queda, o que levou alguma tranquilidade ao mercado de juros. A Bovespa caiu mais 1,64%, puxada pela baixa das Bolsas nos EUA (Nasdaq caiu 3,13% e Dow Jones, 0,47%). A Goldman Sachs fez um alerta pessimista para o desempenho das empresas de tecnologia. O conflito no Oriente Médio ampliou a tensão nas negociações.
Para Fraga, impacto na inflação dificulta redução nos juros
Integra: 60180.htm
Aliski, Ayr; Simão, Edna
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
Ontem, o presidente do Banco Central (BC), Armínio Fraga, admitiu que a instabilidade no mercado de petróleo "é uma questão séria", podendo apresentar "impacto relevante na inflação". Ainda assim, Fraga descarta a hipótese de que seja ultrapassada a meta inflacionária em 2002, de 3,5% no ano, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), com tolerância para que a taxa chegue a 5,5%.
Seguro anti-apagão fica mais barato
Integra: 60181.htm
Equipe de Reportagem
Folha de São Paulo
em 03/04/2002
O custo do seguro anti-racionamento, cobrado dos consumidores de energia desde março, deve cair em maio. A redução valeria a partir de junho. Hoje, os consumidores pagam R$ 0,0049 por kWh consumido no mês para que 58 usinas termelétricas com capacidade de gerar 2.153,6 MW entrem em funcionamento se houver risco de faltar energia.
Crise pode provocar aumento na gasolina
Integra: 60182.htm
Magnavita, Mônica
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
A crise no Oriente Médio poderá levar a um novo aumento no preço da gasolina. Pelas contas do economista-chefe da Sul America Investimentos, Luiz Carlos Costa Rego, se o preço do barril do petróleo permanecer no patamar de US$ 27,00 e a taxa de câmbio for mantida em torno dos atuais R$ 2,30, o barril de petróleo, em reais, custará R$ 62,10. Esse valor é superior ao preço do barril de R$ 56,03 que vigorava antes do aumentos dos combustíveis e que motivou a alta dos preços da gasolina em meados de março.
Preço do petróleo passa de US$ 27
Integra: 60183.htm
Vilela, Angélica
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
Sem perspectivas de solução imediata dos conflitos entre israelenses e palestinos, o mercado internacional de petróleo viveu mais um dia de nervosismo e de sucessivas elevações nos preços do produto. Com a reabertura dos negócios ontem, após o feriado de Páscoa, o barril tipo Brent para entrega em maio encerrou as negociações com avanço de 6,59%, cotado a US$ 27,66 na Bolsa Internacional de Petróleo de Londres. O barril de WTI para entrega no mesmo mês registrou elevação de 3,05%, avaliado em US$ 27,71 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex).
Disputa pela energia livre
Integra: 60184.htm
Racy, Sônia
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
Os balanços das empresas de energia elétrica estão provocando reações de todos os tipos. E podem ser modificados a qualquer momento. Para o bem de umas e mal de outras. Há quem se espante com os bons resultados apresentados de maneira generalizada - Eletrobrás registrou lucro de R$ 3,2 bilhões e Furnas de R$ 831 milhões. E há quem questione, visto que o País passou por um racionamento cujas conseqüências para as empresas foram amenizadas pela ação do BNDES, já que o governo não optou por um reajuste de tarifas.
Royal/Shell fecha compra da Enterprise
Integra: 60185.htm
Gil, Patrícia
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
Negócio de US$ 6,2 bilhões vai ampliar a produção do grupo no Mar do Norte. A Royal Dutch/Shell Group fechou acordo para comprar a Enterprise Oil por 4,3 bilhões de libras esterlinas (US$ 6,2 bilhões), em dinheiro e dívida a ser assumida, com o intuito de ampliar a produção no Mar do Norte e tornar-se a segunda maior produtora de gás e petróleo do Reino Unido.
Alta do petróleo afeta inflação no País, diz Fraga
Integra: 60186.htm
D'Amorim, Sheila; Freire, Gustavo
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
O acirramento do conflito no Oriente Médio, que puxou para cima o preço do petróleo nos últimos dias, tem um impacto "relevante" sobre a inflação no Brasil e reduz a margem de manobra do Banco Central para reduzir juros, admitiu ontem o presidente do Banco Central (BC), Armínio Fraga. Ao ser questionado, durante uma audiência pública na Câmara dos Deputados, sobre os reflexos para o País da crise entre israelenses e palestinos, Fraga disse que o governo tem certa flexibilidade para lidar com o problema.
Apagão amplia vendas
Integra: 60187.gif
Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 03/04/2002
A Raytek de Sorocaba, única subsidiária para a América Latina do grupo norte-americano Raytek Corporation, líder mundial na fabricação de medidores de temperatura por meio de sensores infravermelhos, ganhou com a crise energética. A empresa vendeu mais, mudou para uma sede maior e construiu um laboratório de última geração dotado de fornos que atingem temperaturas de até 1,7 mil graus centígrados e garantem calibragem mais precisa.
Com explicações, Petrobras antecipa reajuste de preços
Integra: 60188.htm
Pamplona, Nicola
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
A Petrobras vai explicar ao mercado a metodologia para o cálculo do preço da gasolina no Brasil, como fez no último reajuste do diesel. Com isso, pretende antecipar o comportamento dos preços dos combustíveis com base na variação internacional das cotações do petróleo e derivados. No caso do diesel, a Petrobras definirá reajustes, para baixo ou para cima, de acordo com o cenário internacional, a cada 15 dias, caso a variação no mercado externo seja superior a 5%. Abaixo deste porcentual, o preço será reajustado 30 dias após a última alteração. Acredita-se que a fórmula para a gasolina deva ser parecida.
Preço recorde continua a refletir tensão
Integra: 60189.htm
Alves, Fábio; Caminoto, João
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
Apesar de vários países exportadores de petróleo, como a Arábia Saudita, o Kuwait e a Venezuela, terem declarado que não pretendem interromper suas vendas por causa dos conflitos no Oriente Médio, a cotação do produto nos mercados internacionais continuou a subir ontem batendo recordes de mais de seis meses. Em Londres, o petróleo tipo Brent fechou a US$ 27,63 o barril, alta de 6,6% em relação ao último pregão, na quinta-feira. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, pelas iniciais em inglês) a commodity para entrega em maio foi negociada a US$ 27,71 (avanço de 3%).
Energia
Integra: 60190.htm
Equipe de Reportagem
Valor Econômico
em 03/04/2002
O governo terá de pagar multa de R$ 5,3 bilhões para as empresas contratadas para gerar a chamada energia emergencial, caso o Congresso Nacional recuse a Medida Provisória 14. O cálculo é de Mário Miranda, presidente da Comercializadora Brasileira de Energia Emergencial (CBEE), que ontem foi à Câmara dos Deputados convencer as lideranças dos partidos de que não há ilegalidade na contratação de 2133 Megawatts para servir de seguro ao sistema.
Reale Jr. será o ministro da Justiça; PFL veta nome para Minas e Eneria
Integra: 60191.htm
Collet, Taciana
Valor Econômico
em 03/04/2002
A equipe de ministros que toma posse hoje é formada por técnicos, políticos e um jurista de renome. Miguel Reale Júnior será o novo ministro da Justiça no lugar de Aloysio Nunes Ferreira. Assumirá o Ministério de Minas e Energia o ex-presidente de Itaipu Binacional Francisco Gomide, que também presidiu a Espírito Santo Centrais Elétricas (Escelsa). Engenheiro civil e economista, Gomide é filiado ao PMDB, mas não é militante. O PFL vetou o nome de Luiz Gonzaga Perazzo para Minas e Energia, onde ele ocupa atualmente a função de secretário-executivo por indicação do ex-ministro pefelista José Jorge. A nomeação de Perazzo como ministro demonstraria um retorno do PFL ao governo.
Empresas russas avançam no Leste Europeu
Integra: 60192.htm
Tavernise, Sabrina; Green, Peter S.
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
Companhias petrolíferas russas, nadando em dinheiro e petróleo, começam a abocanhar instalações como oleodutos e refinarias fora da Rússia, principalmente nos países do bloco ex-soviético, no Leste Europeu. Em fevereiro a Rússia empatou com a Arábia Saudita como maior produtor mundial, e sua produção que cresce constantemente supera em muito a demanda interna.
Gasolina pode subir mais10,29%, calculam técnicos
Integra: 60193.htm
Prates, Fábia
Valor Econômico
em 03/04/2002
A Petrobras poderia aumentar os preços da gasolina em até 10,29% nas refinarias, o que resultaria em alta de aproximadamente 7,5% nas bombas, segundo cálculos de técnicos do governo. Até ontem à tarde a estatal não tinha comunicado ao governo que fará novo reajuste, mas a correção deve ocorrer nos próximos dias, por causa da variação do preço internacional do petróleo, pressionado pela crise no Oriente Médio. Os cálculos consideram a variação do preço do petróleo até anteontem.
Shell faz oferta pela Enterprise
Integra: 60194.htm
Caminoto, João
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
A Shell anunciou ontem uma oferta de cerca de US$ 6,2 bilhões pela compra do empresa petrolífera britânica Enterprise Oil, que possui operações no Brasil. Ela informou que o negócio vai resultar em sinergias de US$ 300 milhões, com um crescimento de 6% na suas produção de combustíveis e uma elevação de 1,5 bilhões de barris de petróelo em sua reservas.
Presidente do BC descarta alta das taxas de juros
Integra: 60195.htm
Izaguirre, Mônica
Valor Econômico
em 03/04/2002
O Banco Central não pretende aumentar os juros básicos da economia para neutralizar o impacto direto de um novo choque de preços do petróleo sobre a inflação brasileira. A reação da política monetária iria se limitar a combater os efeitos secundários, ou seja, a inflação inercial que poderia se somar à elevação do preço dos combustíveis. A posição do BC diante das prováveis conseqüências do acirramento do conflito no Oriente Médio sobre o mercado do petróleo foi antecipada ontem pelo presidente da instituição, Armínio Fraga, ao depor em sessão conjunta de diversas comissões da Câmara e do Senado.
Furnas tem lucro recorde de R$ 831 milhões
Integra: 60196.htm
Barbosa, Alaor
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
Num dos anos mais conturbados dos seus 45 anos de vida, Furnas Centrais Elétricas conseguiu o melhor resultado de sua história em 2001, contabilizando vendas líquidas de R$ 9,25 bilhões - aumento de 51,5% sobre 2000 - e lucro de R$ 830,7 milhões, com acréscimo de 53,8% no período. O lucro só não chegou à casa do R$ 1 bilhão porque a empresa adotou posição conservadora e não contabilizou as operações conduzidas no Mercado Atacadista de Energia (MAE), que aumentariam em mais R$ 170 milhões o lucro líquido final, pelas contas do superintendente de contabilidade da empresa, Paulo R. Queiroz Albuquerque.
Em alta, o petróleo parece ter limites para alçar vôo
Integra: 60197.htm
Equipe de Reportagem
Valor Econômico
em 03/04/2002
A ofensiva militar israelense continua avançando sobre os territórios palestinos. Com ela, crescem a tensão entre os países do Oriente Médio e continuam sob pressão as cotações internacionais do petróleo, que alcançaram os patamares mais altos desde setembro do ano passado, depois dos atentados terroristas aos Estados Unidos.
Valor do seguro apagão pode cair em junho
Integra: 60198.htm
Marques, Gerusa
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
O valor do chamado seguro apagão, que vem sendo cobrado desde o mês passado nas contas de luz, poderá ser reduzido em junho. A avaliação é do presidente da Comercializadora Brasileira de Energia Elétrica (CBEE), Mário Miranda. Segundo ele, o seguro foi calculado em outubro do ano passado, quando o câmbio era de R$ 2,71 por dólar. Como estão previstas revisões trimestrais, caso a cotação do dólar continue em torno de R$ 2,30 ou apresente queda, o seguro poderá ser reduzido.
Shell oferece US$ 6,2 bi pela Enterprise
Integra: 60199.htm
Abbott, Maria Luíza
Valor Econômico
em 03/04/2002
O grupo Royal Dutch-Shell anunciou ontem uma oferta de compra da Enterprise Oil por 3,5 bilhões de libras em dinheiro, além de assumir 800 milhões de libras em dívidas. No total, o preço oferecido chega a 4,3 bilhões de libras, equivalentes a US$ 6,2 bilhões, e é o maior negócio no setor nos últimos dois anos na Europa. Entre as vantagens na aquisição, a Shell está prevendo economia de US$ 300 milhões em sinergias com a empresa britânica, ganhos nas operações de exploração de petróleo na Noruega, melhora de sua posição no Brasil e oportunidade de crescimento na Itália.
Agência dos EUA quer saber se a Enron mentiu
Integra: 60200.htm
Oppel Jr., Richard A.; Sanger, David E.
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
A Overseas Private Investment Corp. (Opic) solicitou ao Departamento de Justiça americano que investigue se a Enron mentiu sobre sua situação financeira para obter mais de US$ 1 bilhão em financiamento e seguro com dinheiro do contribuinte para projetos internacionais, uma medida que poderá levar a agência a retirar seu apoio para os contratos.
Petrolífera pode assumir a liderança
Integra: 60201.htm
Lobo, Claudia; Góes, Francisco
Valor Econômico
em 03/04/2002
A Shell poderá tornar-se a empresa privada com maior número de participações em blocos de exploração e produção de petróleo no Brasil se confirmar a compra da Enterprise Oil - maior petroleira independente da Inglaterra. Com a aquisição, a Shell terá presença em 15 áreas no país, superando concorrentes como El Paso, ChevronTexaco, Repsol-YPF e ExxonMobil. O negócio também permitirá à Shell transformar-se na primeira "major" a produzir petróleo no Brasil a partir de junho de 2003 nos campos de Bijupirá-Salema, na Bacia de Campos, hoje com participação de 80% da Enterprise.
Dólar ignora petróleo e fecha abaixo de R$ 2,30
Integra: 60202.htm
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
O dólar comercial fechou ontem abaixo de R$ 2,30 - o que não ocorria desde 3 de janeiro -, encerrando os negócios cotado a R$ 2,299, em queda de 0,22%, a quinta seguida. Apesar da crescente ansiedade em torno do conflito no Oriente Médio e da disparada do petróleo no mercado internacional, as tesourarias de bancos prosseguiram as vendas iniciadas na segunda-feira. O mercado de juros também teve um dia tranqüilo, em que as projeções de juros ficaram quase estáveis. Apenas a bolsa teve um dia ruim.
Preço dispara em Londres e Nova York
Integra: 60203.htm
Capela, Maurício
Valor Econômico
em 03/04/2002
O conflito entre Palestina e Israel foi o combustível necessário para que o preço do barril de petróleo se aproximasse dos US$ 28 em Nova York, ontem. Preços tão altos não eram vistos desde o atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Os resquícios do racionamento
Integra: 60204.htm
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
Durante o período de escassez de oferta de energia elétrica, o governo e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) adotaram uma série de medidas não só para estimular novos investimentos em geração e distribuição, como para evitar que, como conseqüência imediata da queda forçada do consumo, fossem cancelados ou adiados investimentos em curso.
Elétricas lucram 33% mais em 2001
Integra: 60205.htm
Coimbra, Leila
Valor Econômico
em 03/04/2002
As companhias de energia lucraram 33,28% mais em 2001 em comparação com o ano anterior, segundo levantamento com as 21 principais companhias do setor. A receita líquida das elétricas cresceu 32,37% no exercício, mesmo com vendas físicas em média 25% inferiores nos sete meses de racionamento.
Pessimismo infundado
Integra: 60206.htm
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
Os preços do petróleo subiram cerca de 20%, nos últimos 30 dias, estimulados pela recuperação da economia dos Estados Unidos, que são grandes importadores de óleo cru, pela proximidade do Verão no Hemisfério Norte, pela recomposição de estoques nas grandes economias ocidentais e, principalmente, a partir do último fim de semana, pelo agravamento do conflito entre árabes e israelenses. Mas a ameaça de dois grandes produtores de petróleo - o Iraque e o Irã - de usar a matéria-prima como arma para obrigar Israel a abandonar territórios palestinos, mediante a contenção da oferta, não foi levada a sério pela maioria dos observadores.
Resultado de Furnas fica abaixo das expectativas
Integra: 60207.htm
Schüffner, Claudia
Valor Econômico
em 03/04/2002
Furnas Centrais Elétricas teve um lucro líquido de R$ 830,7 milhões no ano passado. Em 2001, a receita operacional líquida foi de R$ 9,2 bilhões, o que representa um crescimento de 51,5% em relação aos R$ 6,10 bilhões registrados no ano anterior. Apesar do lucro líquido ser 53,9% superior ao resultado de 2000, a companhia esperava lucro de R$ 1, 02 bilhão.
Gasolina ruim fez Shell suspender 20% dos postos
Integra: 60208.htm
Mug, Mauro; Diamante, Fábio
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
Nos últimos dois anos, a Shell Petróleo descredenciou 650 postos em todo o País por venderem gasolina adulterada. "Desse total, 399 postos estavam localizados na região de São Paulo", disse o diretor de mercado de São Paulo e Sul do Brasil, Emilio Heindel Soares de Gouveia, ao depor ontem na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Combustíveis da Assembléia Legislativa. "Como existem 3.072 postos com a bandeira da Shell, 20% deles vendiam gasolina de má qualidade", afirmou Gouveia informou que para evitar a adulteração dos combustíveis e a sua conseqüente sonegação de impostos, a Shell criou uma espécie de DNA, que permite o controle absoluto da origem de todas as gasolinas vendidas nos postos com a bandeira da empresa.
Debêntures da Inepar
Integra: 60209.htm
Equipe de Reportagem
Valor Econômico
em 03/04/2002
A Inepar, que está inadimplente com os investidores de suas debêntures, comunicou ontem à Bovespa que apresentou formalmente aos debenturistas uma proposta de reestruturação da emissão.
Paraná fecha acordo com Itaú para prorrogar resgate
Integra: 60210.htm
Karam, Míriam
Valor Econômico
em 03/04/2002
O governo do Paraná confirmou ontem ter fechado acordo com o Itaú para prorrogar o prazo de resgate das ações da Companhia Paranaense de Energia (Copel) caucionadas junto ao banco. Os papéis haviam sido depositados no Banestado, comprado mais tarde pelo Itaú, como garantia de empréstimo que o governo paranense fez junto ao Banco Central para sanear o então banco estadual.
A Royal Ducht/ Shell
Integra: 60211.htm
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
A Royal Ducht/ Shell fechou acordo para comprar a petrolífera britânica Enterprise Oil por US$ 5 bilhões e assumir mais de US$ 1 bilhão em dívidas. O valor da oferta da petrolífera anglo-holandesa deve eliminar o risco de uma disputa de ofertas com a italiana Eni. A Enterprise possui operações de exploração no Brasil. (íntegra)
A petrolífera Repsol-YPF
Integra: 60212.htm
Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 03/04/2002
A petrolífera Repsol-YPF vai mudar o método usado para calcular as baixas contábeis de 2001 por causa da contínua desvalorização do peso argentino. A empresa espanhola diz que a adaptação ao novo câmbio vai reduzir seus lucros em US$ 67 milhões. (íntegra)
Eurozona cresce mas petróleo preocupa
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Equipe de Reportagem
Valor Econômico
em 03/04/2002
A indústria de transformação da zona do euro saiu do terreno recessivo no mês passado, depois de contrair nos doze meses anteriores. Apesar da boa notícia, um dado prévio de inflação para o mês de março na região indica tendência de alta nos preços.
Impasse na MP de energia é mantido
Integra: 60214.htm
Equipe de Reportagem
Valor Econômico
em 03/04/2002
A medida Provisória (MP) que sacramenta o aumento da taxa de energia elétrica, aplicado pelo governo em janeiro, e oficializa o socorro às concessionárias de energia continua gerando polêmica na Câmara dos Deputados.
Gasolina freia queda dos juros
Integra: 60216.htm
Equipe de Reportagem
Jornal do Brasil
em 03/04/2002
A alta do petróleo no mercado internacional vai pesar na inflação e frear a queda dos juros, admitiu ontem o presidente do Banco Central, Armínio Fraga. Para ele, a redução da oferta do produto no mercado internacional, provocada pelo conflito entre israelenses e palestinos no Oriente Médio, trará um impacto ''relevante'' nos índices. A expectativa é que haja um novo aumento no preço dos combustíveis para compensar o custo maior do petróleo, que pode chegar a 10%. A disparada nas cotações, segundo Fraga, ''come um pouco o espaço para a queda de juros''.
Os reflexos de um jogo perigoso
Integra: 60217.htm
Equipe de Reportagem
Jornal do Brasil
em 03/04/2002
O próximo reajuste de gasolina da Petrobras pode chegar a 10%, caso a estatal decida compensar toda a defasagem com a alta do combustível no mercado internacional. Este é o cálculo aproximado das perdas da Petrobras, de janeiro até a última segunda-feira, com a disparada do preço do petróleo exterior.