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EM 09/02/1999

• FHC e Hugo Banzer inauguram o gasoduto  [ íntegra: 28963.gif  - resumo ]
• Comgás deve ser vendida em 14 de abril  [ íntegra: 28964.gif  - resumo ]
• Óleo recua sem a perspectiva de corte  [ íntegra: 28965.gif  - resumo ]
• Uma obra que muda o perfil energético do País  [ íntegra: 28966.gif  - resumo ]
• Mais oportunidades de negócios para empresas  [ íntegra: 28967.gif  - resumo ]
• Ampliação de refinarias  [ íntegra: 28968.gif  - resumo ]
• Gaspetro prepara dutos para telecomunicações  [ íntegra: 28969.gif  - resumo ]
• Gasoduto altera a matriz energética  [ íntegra: 28970.gif  - resumo ]
• Parcerias na geração e distribuição  [ íntegra: 28971.gif  - resumo ]
• Investimento de R$ 300 mi na distribuição  [ íntegra: 28973.gif  - resumo ]
• Celesc planeja quatro termelétricas em SC  [ íntegra: 28974.gif  - resumo ]
• Paraná acelera ampliação da rede  [ íntegra: 28975.gif  - resumo ]
• Usina térmica vai aliviar dependência gaúcha de Itaipu  [ íntegra: 28976.gif  - resumo ]
• Indústrias contestam o preço do combustível  [ íntegra: 28977.gif  - resumo ]
• Gasoduto Brasil-Bolívia acirra disputa no setor  [ íntegra: 28978.gif  - resumo ]
• Sulgás divulga este mês o consórcio vencedor  [ íntegra: 28979.gif  - resumo ]
• Combustíveis, não é dólar que ditará preço  [ íntegra: 28980.gif  - resumo ]
• Ênfase na utilização industrial  [ íntegra: 28981.gif  - resumo ]
• Elétricas abrem seus números aos investidores  [ íntegra: 28982.gif  - resumo ]
• FHC inaugura hoje trecho e porta-voz defende obra  [ íntegra: 28983.gif  - resumo ]
• Uberlândia estuda ramal para Triângulo Mineiro  [ íntegra: 28984.gif  - resumo ]
• Dificuldades para atender normas ambientais no PR  [ íntegra: 28985.gif  - resumo ]
• Amerada confirma interesse no País  [ íntegra: 28986.gif  - resumo ]
• Governo estuda redução no preço do óleo combustível  [ íntegra: 28987.gif  - resumo ]
• Licitação adia fornecimento ao MS  [ íntegra: 28988.gif  - resumo ]
• Know-how e experiência para ações no futuro  [ íntegra: 28989.gif  - resumo ]
• Enron será grande consumidora  [ íntegra: 28991.gif  - resumo ]
• Elétricas abrem seus números aos...  [ íntegra: 28992.gif  - resumo ]
• Empreiteiras querem reajustar contratos  [ íntegra: 28993.gif  - resumo ]
• Shell planeja investimento de US$ 8,5 bilhões na Nigéria  [ íntegra: 28994.gif  - resumo ]
• Investimento de longo prazo  [ íntegra: 28995.gif  - resumo ]
• Acidentes cobertos por seguro  [ íntegra: 28996.gif  - resumo ]
• Produção de tubos dobra os lucros da Confab  [ íntegra: 28997.gif  - resumo ]
• Cerâmicas irão poupar 30%  [ íntegra: 28998.gif  - resumo ]
• Analistas refazem recomendações  [ íntegra: 28999.gif  - resumo ]

FHC e Hugo Banzer inauguram o gasoduto
Integra:
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Trevisan, Cláudia
Folha de São Paulo
em 09/02/1999

Os presidentes do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, e da Bolívia, Hugo Banzer Soares, inauguram hoje na fronteira entre os dois países o primeiro trecho do gasoduto Brasil-Bolívia, de 1970 quilômetros de extensão. O gasoduto é um dos principais projetos do "Brasil em Ação", que reúne as obras consideradas prioritárias pelo governo FHC. O seu custo total é de US$ 2 bilhões. O valor inclui a segunda etapa, de 1180 quilômetros, que deve estar concluída até o final do ano.

Comgás deve ser vendida em 14 de abril
Integra:
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Arbex, Mauro
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A Comgás deverá ser privatizada no dia 14 de abril. A privatização da Cesp deve começar na segunda quinzena de maio com a venda das maiores usinas, com 7,6 mil MW. Até ontem, o governador Mário Covas ainda não tinha decidido a modelagem de venda da Comgás. A tendência, segundo o secretário de Energia, Mauro Arce, é a venda de três áreas de concessão, a da própria Comgás e de outras duas menores, fora da região de influência da companhia e que exigirão investimentos a partir do zero, para permitir concorrência.

Óleo recua sem a perspectiva de corte
Integra:
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Santiago, Rosângela
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

Na Nymex, o barril de petróleo tipo WTI para março fechou o dia cotado a US$ 11,67, numa queda de US$ 0,13. Em Londres, o contrato de óleo cru para o mesmo período teve baixa de US$ 0,24, para US$ 10,17 o barril. Desde o dia 2, as cotações não param de recuar. Segundo analistas, a falta de definição sobre o corte na produção mundial mantém os preços em queda. Nem mesmo a reunião da Opep marcada para meados de março animou o mercado, que já não espera por uma política de cortes no curto prazo.

Uma obra que muda o perfil energético do País
Integra:
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Gasparini, Suzy
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

Depois de mais de 60 anos do início das negociações, finalmente o gasoduto Brasil-Bolívia está pronto. As primeiras conversações sobre sua construção datam de 1938, como forma de compensação por a Bolívia ter perdido o que hoje é o Acre. Mas o assunto só voltou à pauta de negociações em 1974, com a crise do petróleo. Mas mais uma vez o assunto caiu no esquecimento, voltando à tona apenas em 1990. As obras foram iniciadas em 1997. A partir de hoje começa a funcionar a primeira parte do duto, que vai de Rio Grande (Bolívia) a Guararema (SP). A segunda fase, que vai até Porto Alegre, está prevista para entrar em operação em outubro deste ano. Até o início do ano 2000, serão transportados para o Brasil 9 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

Mais oportunidades de negócios para empresas
Integra:
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Ferreira, Jorge; Calais, Alexandre
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A construção do gasoduto Bolívia-Brasil ultrapassou o campo das poucas companhias ligadas a consórcios vencedores da licitação e acabou gerando novas oportunidades de negócios a uma centena de empresas para obras de menor porte. As subcontratações ocorreram por meio de terceirização ou foram firmadas diretamente com a Petrobrás. A construção do gasoduto gerou 5 mil empregos diretos e 25 mil indiretos.

Ampliação de refinarias
Integra:
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Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) terá que autorizar previamente o exercício das atividades de construção, ampliação de capacidade e operação de refinarias e de unidades de processamento de gás natural. Segundo portaria publicada ontem no "Diário Oficial", o pedido da empresa será analisado pela ANP no prazo máximo de 90 dias consecutivos, a contar da data do protocolo. A ANP não concederá nova autorização a empresas ou consórcios que, anteriormente, tenham deixado de realizar a construção, ampliação de capacidade e operação de refinarias e de unidades de processamento de gás natural de maneira injustificada ou tenham apresentado justificativa julgada improcedente pela agência.

Gaspetro prepara dutos para telecomunicações
Integra:
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Magalhães, Heloísa
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

Prevista para ficar pronta no final de janeiro, a modelagem da estrutura da nova empresa que irá explorar serviços de telecomunicações por meio da instalação de fibras ópticas ao longo do gasoduto Brasil-Bolívia só ficará pronta este mês. Ao longo de janeiro, a Gaspetro e a TGB, operadora do gasoduto do lado brasileiro, estiveram fazendo contratos e identificando possíveis sócios para a nova empresa. O mais provável é que entrem como parceiros fornecedores de equipamentos e instituições financeiras, o que vai permitir minimizar o desembolso da Petrobrás. As previsões são de investimentos de US$ 100 milhões.

Gasoduto altera a matriz energética
Integra:
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Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

Os presidentes Fernando Henrique e Hugo Banzer, da Bolívia inauguram hoje a primeira etapa do gasoduto Bolívia-Brasil, com extensão de 1,9 mil quilômetros, ligando os campos de gás de Santa Cruz de la Sierra a Campinas (SP). Esse trecho transportará inicialmente 4 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia e representa a primeira medida efetiva para aumentar a participação do gás na matriz energética, que deverá saltar dos atuais 2,6% para cerca de 12% por volta de 2010.

Parcerias na geração e distribuição
Integra:
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Jabur, Maria Ângela
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

Em São Paulo, boa parte da demanda inicial pelo gás natural boliviano virá de projetos de co-geração. Vários contratos de pequeno porte foram fechados com a Comgás no ano passado e devem entrar em vigor ao longo de 1999. Individualmente, cada empresa consome pouco, mas, o consumo total somado é considerável. Alguns dos contratos são, inclusive, do tipo take or pay. De acordo com o presidente da Comgás, Júlio Lapa, o mercado paulista de co-geração tem capacidade para absorver entre 3,5 milhões e 4 milhões de metros cúbicos diários.

Investimento de R$ 300 mi na distribuição
Integra:
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Gasparini, Suzy
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

As cinco empresas de distribuição de gás natural localizadas ao longo do traçado do Gasoduto Bolívia/Brasil (Gasbol) estão implantando, entre este ano e o ano que vem, 1.400 km de redes de distribuição. Até o final do ano passado, nos cinco estados por onde vai passar o Gasbol, a rede de distribuição existente não chegava a 2.300 km. No final do ano 2000 serão 37000 km. Para realizar essas ampliações as cinco companhias: Comgás, SCgás, Sulgás, Compagás e MSgás estão investindo R$ 300 milhões entre este ano e o ano que vem.

Celesc planeja quatro termelétricas em SC
Integra:
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Ribas, Silvio
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

O gasoduto Brasil-Bolívia vai permitir a Centrais Elétricas de Santa Catarina viabilizar projetos de geração a gás natural. A primeira usina termelétrica deverá surgir em Joinville, principal pólo industrial catarinense. O projeto "green field' da Celesc poderá envolver parcerias com sócios-investidores privados, inclusive a própria Companhia de Gás de Santa Catarina, dona do monopólio para distribuir os volumes do gasoduto Brasil-Bolívia no estado.

Paraná acelera ampliação da rede
Integra:
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Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A Companhia Paranaense de Gás (Compagás) está acelerando o seu projeto de ampliação da rede de distribuição para adequar a empresa que é controlada pela Copel - à chegada do gás natural da bolívia. A empresa, que tem hoje cinco clientes e contratos de suprimento com outras 15 indústrias, programa fechar o ano com 80 novos contratos assinados. O volume de gás comercializado, que atualmente é de 31 mil metros cúbicos por dia, deverá chegar, no final do ano que vem, a 830 mil metros cúbicos/dia, ou seja a quantidade de gás vendido pela Compagás deverá ser 26 vezes maior que a atual.

Usina térmica vai aliviar dependência gaúcha de Itaipu
Integra:
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Guimarães, Luiz
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

As peças da primeira usina movida a gás no Brasil começam a chegar no final do mês em Uruguaiana (RS), vindas dos EUA. O início das operações da usina está previsto para novembro do ano 2000. O empreendimento, ao custo de US$ 350 milhões, é de responsabilidade da norte-americana AES-Corporation e terá capacidade para gerar 600 MW de energia, ou quase um terço do consumo do Estado. A energia será gerada através de gás argentino e deve aliviar a dependência do Rio Grande do Sul em relação a Itaipu, de onde compra quase dois terços da energia que consome.

Indústrias contestam o preço do combustível
Integra:
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Velloso, Eliane
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

Um grupo de indústrias do Estado do Rio está questionando na Justiça o preço do gás natural cobrado pela distribuidora CEG/Riogás, controlada pela norte-americana Enron e operada pela espanhola Riogás. A empresa elevou o preço antes cobrado pela Petrobrás de R$ 0,1332 por metro cúbico para R$ 0,1497 o metro cúbico, incluindo sua margem de comercialização no gás que era fornecido às industrias diretamente pela estatal.

Gasoduto Brasil-Bolívia acirra disputa no setor
Integra:
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Tereza, Irany; Scholz, Cley
Estado de São Paulo
em 09/02/1999

A conclusão das obras do gasoduto Brasil-Bolívia, que será inaugurado hoje, vai acirrar a disputa em torno dos preços do gás natural, briga que já levou várias empresas a recorrer à Justiça para discutir a tarifa cobrada pela Petrobras. A tarifa atual é 241% maior fixado pelo Conselho Nacional do Petróleo em 1984, quando foi definida a política dos preços do produto, jamais cumprida. Entre as empresas que estão discutindo a tarifa está a Fábrica Carioca de Catalizadores (FCC), que tem 40% de seu capital nas mãos da própria Petrobras.

Sulgás divulga este mês o consórcio vencedor
Integra:
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Guimarães, Luiz
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A Companhia de Gás do Rio Grande do Sul deve divulgar este mês a empresa ou consórcio vencedor da licitação para a construção e montagem das primeiras redes de distribuição de gás natural no estado. Os 450 quilômetros de ramas farão a distribuição do gás boliviano através de queatro city-gates a serem implementados na Grande Porto Alegre e na Serra Gaúcha. A comissão de licitação está avaliando a melhor proposta financeira e o melhor projeto. A Cemsa/Criciúma apresentou a menor proposta comercial: cerca de R$ 60 milhões. A maior é a da Carioca/Passarelli, que pede mais de R$ 90 milhões.

Combustíveis, não é dólar que ditará preço
Integra:
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Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A desvalorização do real não produzirá uma explosão dos preços dos combustívies se for respeitada uma lei básica da economia de mercado: a de que é a concorrência quem determina os preços. As mudanças no câmbio corroem as margens que permitiriam à Petrobrás manter os preços inalterados, mas o impacto sobre a economia nacional poderá ser amortecido pela disputa instaurada entre as distribuidoras independentes no mercado, principalmente nos grandes centros.

Ênfase na utilização industrial
Integra:
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Ribas, Silvio
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

O aproveitamento industrial será a principal característica do trecho catarinense do gasoduto Bolívia-Brasil. Os 454 quilômetros do traçado principal cruzam importantes pólos consumidores e produtores, como cerâmico, têxtil e metal-mecânico, de 27 municípios. Esse perfil poderá torná-lo o segundo mercado do gasoduto, atrás apenas de São Paulo. O gás natural poderia ser utilizado como alternativa ao carvão, lenha e óleo combustível.

Elétricas abrem seus números aos investidores
Integra:
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Santiago, Rosângela
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

As concessionárias de energia elétrica com alto endividamento externo querem dar a volta por cima, mostrar para o mercado que são um bom negócio e garantir seu poder de atração sobre os investidores. Garantem ter geração de caixa para recuperar eventuais prejuízos, manutenção da demanda mesmo em momentos de crise e capacidade de gerenciar dívidas. Depois que suas ações despencaram nas bolsas de valores por conta da desvalorização do real, Light, do Rio de Janeiro, Metropolitana, de São Paulo, e Cemig, de Minas Gerais resolveram procurar o investidor.

FHC inaugura hoje trecho e porta-voz defende obra
Integra:
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Monteiro, Tânia; Braga, Isabel
Estado de São Paulo
em 09/02/1999

O presidente Fernando Henrique Cardoso chega hoje, às 11 horas a Corumbá (MS), para inaugurar a primeira etapa do gasoduto Brasil-Bolívia. Ele estará acompanhado do presidente boliviano, Hugo Banzer. O porta-voz da presidência, embaixador Sérgio Amaral, respondeu ontem às críticas de que o gás transportado pelo gasoduto não tem garantia de mercado e custará caro por causa da desvalorização do real.

Uberlândia estuda ramal para Triângulo Mineiro
Integra:
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Jorge, Miguel
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A prefeitura de Uberlândia pretende iniciar até o próximo mês o processo de contratação de uma consultoria para executar os estudos de viabilidade econômica de um ramal interligando Brasília ao gasoduto Brasil-Bolívia, passando pelo Triângulo Mineiro. O custo dos estudos será bancado por um grupo de entidades de classe e municípios que defendem a implantação do ramal distribuidor de gás natural. O investimento necessário para a implantação do ramal é de US$ 300 milhões. Hoje, o combustível ainda é pouco utilizado em Minas Gerais.

Dificuldades para atender normas ambientais no PR
Integra:
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Alves, Ubirajara
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

Com potencial de consumo superior a 1 milhão de metros cúbicos por dia no primeiro ano, o mercado paranaense de gás natural corre o risco de sofrer atrasos no fornecimento. A Companhia Paraense de Gás, que fará a distribuição do combustível, está com obras paradas há mais de 60 dias, por questões ambientais. As dificuldades foram originadas pela desconfiança da comunidade de Campo Largo quanto ao risco da passagem da tubulação na área urbana. Em seguida, a preocupação tornou-se uma ação civil pública que pede o embargo da obra até que todo o processo de licenciamento esteja esclarecido.

Amerada confirma interesse no País
Integra:
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Velloso, Eliane
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A crise cambial não afetará os planos de investimentos da companhia de petróleo britânica Amerada Hess no Brasil, garante o vice-presidente executivo de desenvolvimento global da companhia, Rex Gaisford. Ele confirmou o interesse da companhia no País na última sexta-feira, depois de vir ao Brasil para a assinatura de um contrato de parceria com a Petrobrás, em consórcio com a British Borneo e a brasileira Odebrecht, para exploração de petróleo e gás. Os investimentos iniciais nesse projeto são de US$ 72 milhões.

Governo estuda redução no preço do óleo combustível
Integra:
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Paul, Gustavo; Equipe de Reportagem
Estado de São Paulo
em 09/02/1999

O governo estuda a redução no preço do óleo combustível produzido no país para forçar a queda nos preços do gás comercializado pelo gasoduto Brasil-Bolívia. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) e os Ministérios da Fazenda e de Minas e Energia querem manter a paridade de preço do óleo em relação ao do gás, mas analisam a simplificação na tipificação do combustível e seu atrelamento aos preços do produto internacional.

Licitação adia fornecimento ao MS
Integra:
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Freitas, Juliana de
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

Embora Campo Grande seja a primeira capital do País a ter o gás boliviano, só poderá usufruir do produto em setembro ou outubro deste ano. A medida, anunciada no início do mês pela MSGás, frustra a expectativa de iniciar a distribuição até junho. As mudanças ocorreram devido a um parecer jurídico da companhia, que recomenda a abertura de licitação para a construção de nove quilômetros de derivações entre o city-gate e a termelétrica de Campo Grande. Só o processo de licitação deve demorar quatro meses, mais 105 dias de obras.

Know-how e experiência para ações no futuro
Integra:
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Santiago, Rosângela
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

O gasoduto Bolívia-Brasil foi importante para as empresas envolvidas, abrindo um mercado de novas oportunidades para os participantes dos consórcios vencedores. Mas o ganho de imagem ou de know-how pode ter sido muito mais importante para essas empresas, devido à experiência adquirida no desenvolvimento do projeto. A Confab, por exemplo, ganhou lucro e notoriedade com o gasoduto.

Enron será grande consumidora
Integra:
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Jabur, Maria Ângela
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A norte-americana Enron será uma das grandes consumidoras de gás natural boliviano, além de fazer parte do grupo que controla o gasoduto Bolívia-Brasil. A médio prazo absorverá aproximadamente um terço dos 30 milhões de metros cúbicos diários que chegarão ao País. O volume será adquirido diretamente para o abastecimento de termelétricas (a serem construídas no eixo Rio-São Paulo e Cuiabá) ou pelas duas controladas do grupo, as distribuidoras de gás natural do Paraná e de Santa Catarina.

Elétricas abrem seus números aos...
Integra:
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Santiago, Rosângela
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

Essa dívida era de R$ 650 milhões no início de janeiro, dos quais US$ 150 milhões em eurobônus, com vencimento em 2001. "É uma posição confortável, porque o passivo restante se estende por 30 anos. O impacto não impedirá um prejuízo no primeiro trimestre, mas no ano teremos lucro", estimou o assessor. Light e Eletropaulo pretendem alongar o perfil da dívida, ainda que com taxas maiores de custo que as vigentes nos contratos atuais.

Empreiteiras querem reajustar contratos
Integra:
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Santiago, Rosângela
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

O aumento do orçamento previsto para a conclusão do gasoduto Bolívia-Brasil está fazendo as principais empresas envolvidas no projeto bater às portas da Petrobras para tentar renegociar seus contratos. As empreiteiras Camargo Corrêa, Techint e Tenenge colocam como causa do estouro uma lista de fatos que vão desde problemas climáticos, provocados por El Niño e La Niña até rochas duras encontradas no meio do caminho, que obrigaram a mudanças no traçado. Para a Petrobras, que garante ter acompanhado todas as etapas da obra, "é tudo choradeira habitual de construtoras".

Shell planeja investimento de US$ 8,5 bilhões na Nigéria
Integra:
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Equipe de Reportagem
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A Royal Dutch/Shell Group, maior empresa petrolífera de capital aberto do mundo, está negociando com o governo da Nigéria um investimento adicional de US$ 8,5 bilhões no país, durante os próximos cinco anos, segundo noticiou o jornal britânico Financial Times. O investimento terá como objetivo expandir a produção de petróleo e gás natural na Nigéria, que se prepara para entregar seu governo, atualmente nas mãos de militares, a civis.

Investimento de longo prazo
Integra:
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Gasparini, Suzy
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

Apesar do gasoduto Bolívia-Brasil não passar pelo Rio de Janeiro, o "cérebro" do empreendimento fica na Praia do Flamengo. É de lá que serão feitas todas as operações do gasoduto via satélite, como o monitoramento de pressão, da temperatura e do fluxo de combustível. Essa operação remota vai possibilitar uma economia em escala, o que ajuda a diminuir o tempo de retorno do investimento. A estimativa é de que esse retorno ocorra em 15 anos. O gasoduto está orçado em US$ 2,1 bilhões.

Acidentes cobertos por seguro
Integra:
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Mainenti, Mariana
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

O trecho brasileiro do gasoduto Bolívia-Brasil entra em operação segurado em US$ 1,2 bilhão para danos materiais provocados por acidente. A Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil desembolsou US$ 2 milhões pela apólice, que tem vigência de dois anos e foi colocada por um pool de seguradoras liderado pela Itaú Seguros. O pior acidente que poderia ocorrer seria, na opinião dos técnicos das seguradoras, a explosão de uma estação de compressão de gás ocasionada por ondas de choque propagadas por eventual terremoto na Bolívia. A estação estará localizada no município de Albuquerque (MS). Essa estação ainda não começou a ser construída, mas o seguro já cobre tudo o que faz parte do projeto.

Produção de tubos dobra os lucros da Confab
Integra:
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Rocco, Nelson
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

Com as encomendas sendo impulsionadas pela construção do gasoduto Bolívia-Brasil, o desempenho da Confab Industrial S. A. melhorou no ano passado. A fabricante de tubos e tanques de combustível registrou lucro de R$ 15,3 milhões no terceiro trimestre, quase o dobro dos R$ 8,8 milhões do período anterior. No acumulado do ano, a companhia também apresentou bons números.

Cerâmicas irão poupar 30%
Integra:
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Somenzari, Luciano
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A utilização do gás natural em substituição do gás liquefeito de petróleo (GLP) vai resultar em uma economia de 30% nos custos com os combustíveis utilizados pelas indústrias cerâmicas de Santa Catarina. Isso deve representar uma redução de 3% a 5% no preço final dos produtos cerâmicos. Localizado principalmente na região de Criciúma, o pólo cerâmico local é o maior do Brasil e vai consumir 500 mil metros cúbicos de gás natural por dia, equivalente a 60% de todo o gás destinado ao estado.

Analistas refazem recomendações
Integra:
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Rocco, Nelson
Gazeta Mercantil
em 09/02/1999

A reviravolta na política cambial alterou os critérios para análise de investimentos em ações de empresas energéticas, que até o final do ano passado eram tidas como 'queridinhas' dos analistas. As perspectivas de que o setor caminharia bem neste ano estão dando lugar a uma análise mais detalhada. Os analistas consideram importante avaliar o impacto nas contas das empresas que compram energia de Itaipu. Outro ponto a ser considerado é que muitas empresas têm dívidas em dólar.